Para enfrentar a Crise que já se vive em diversos sectores (e, principalmente, muitas famílias), nada melhor que virar Chinês! 29 janeiro 2009
Ano Chinês!
Para enfrentar a Crise que já se vive em diversos sectores (e, principalmente, muitas famílias), nada melhor que virar Chinês! 26 janeiro 2009
Onde pára a justiça?!
"Há pessoas que ocupam cargos de relevo no Estado português que cometem crimes impunemente" (DN, 27 Janeiro 2008)
"Um dos locais onde se violam mais os direitos dos cidadãos em Portugal, é nos tribunais" (SIC Notícias, 27 Junho 2008)
"Vale tudo, seja quem for que lá esteja, desde magistrados a outros juristas, não se pode falar em justiça desportiva, mas em prevalência manifesta de interesses e de poderes" (RTP, 08 Julho 2008)
"Eu não discuto com sindicatos. Os sindicatos querem é mais dinheiro e menos trabalho" (RTP, 10 Julho 2008)
"Alguns magistrados pautam-se nos tribunais portugueses como os agentes da PIDE se comportavam nos últimos tempos do Estado Novo" (RTP, 10 Julho 2008)
"Uma senhora que furtou um pó de arroz num supermercado foi detida e julgada. Furtar ou desviar centenas de milhões de euros de um banco ainda se vai ver se é crime" (JN, 28 Dezembro 2008)
24 janeiro 2009
Do lado de lá...
A verdade às vezes custa!
estudar) como, para algumas pessoas, criticar não custa,o que custa é ser criticado.O "Senhor" cá da Rua...
Hoje, 24 de Janeiro de 2009, e simultaneamente com as inúmeras comemorações dos 250 Anos da elevação de Aveiro a Cidade, é apresentado publicamente um Livro e inaugurada a Exposição sobre o aveirense Arquitecto Francisco Silva Rocha.2. A ausência de referência à Toponímia nas duas entradas da Alameda (por exemplo, em alguns mapas e roteiros a referência ao arruamento aparece com Rua ou Avenida da Granja.
3. Alteração da toponímia para “Alameda Arquitecto Francisco Silva Rocha.
22 janeiro 2009
A Má... e a Boa!
Publicado na edição de hoje - 22.01.2009 - do Diário de Aveiro.
Sais Minerais
A Má e a Boa!
Ou como, popularmente, se ousa dizer:”tenho duas notícias. Uma é má e a outra é boa. Qual vai ser primeiro?”
É, nalguns casos um dilema opcional.
Hoje, opto por esta sequência, mesmo sem ter a certeza do porquê.
A Má.
Já se ouve há alguns anos e desde dois governos anteriores (se quisermos recuar aos tempos governativos de António Guterres e de Durão Barroso) falar de crise. Concretamente, sempre no final de cada ano civil se ouvia dizer: o próximo ano será um ano difícil por causa da crise.
No entanto, apesar dos diversos alertas sempre se foi alimentando a esperança de que, tão malfadada realidade, não surgisse na prática.
Mas a verdade é que 2008 acabou por ser o ano da confirmação profética do descalabro financeiro e económico que assolou o planeta. Além disso, o ano de 2008 reafirmou o discurso anterior: o próximo ano será um ano difícil por causa da crise.
Mas nem por isso, conforme já foi escrito neste espaço e proclamado por tantos especialistas, o Governo de José Sócrates se inibiu de apresentar um Orçamento para 2009 cheio de investimentos, obras, de recursos, de aumento das despesas (o das receitas por força dos impostos).
Má hora (e má notícia). O orçamento previsto e apresentado falhou, é irrealista e incoerente com a realidade. Há que rectificar.
Porque a verdade dos factos impõe: o crescimento previsto para 0,6% será de -0,8% (valor negativo); o défice ultrapassará a barreira imposta, pela União Europeia, para o Pacto de Estabilidade e Crescimento, e situar-se-á nos 3,9% e os valores da dívida pública estão projectados para 70% do Produto Interno Bruto.
E a agravar esta realidade, o desemprego aumentará 8,5% em 2009 (contra os 7,7% previstos).
Face a estes cenários (acrescentado o aumento dos preços de alguns produtos e serviços), a tão mediatizada baixa das taxas de juro, nomeadamente com impactos nos créditos, é uma gota de água.
Mas, claro, temos o TGV para nos alegrar.
A Boa.
Nunca uma eleição para a Presidência Norte-Americana tinha sido tão global.
Nunca uma tomada de posse de um Presidente Norte-Americano tinha sido tão mediática.
Pelo menos nos tempos mais próximos…
Mais de 2 milhões de pessoas assistiram, ao vivo, a tomada de posse de Barack Obama, sem contar com aqueles que acompanharam, via televisão ou internet, o acontecimento.
É que se a América esperava ansiosamente por Barack Obama, o resto do Mundo também e de forma muito semelhante.
Seja-se anti-americano, apenas mais-ou-menos ou pró-americano por completo, a dinâmica das sociedades (sejam elas quais forem) internacionais vivem numa certeza: quando os Estados Unidos espirram o mundo constipa-se.
Daí que tenham depositadas expectativas, eventualmente demasiado altas, neste mandato do 44º Presidente Norte-Americano.
Os Americanos (segundo um estudo da ABC TV e referido na última edição do Expresso) esperam uma retirada célere das tropas no Iraque; esperam reformas profundas no sistema nacional de saúde; esperam medidas concretas no combate às alterações climáticas (recorde-se que os Estados Unidos, por força da Administração Bush forma o único país que não ratificou o Protocolo de Kyoto, apesar de o ter assinado); esperam políticas de combate à crise financeira instalada, nomeadamente no campo imobiliário e indústria automóvel.
Já o Mundo, espera por uma posição geopolítica e geoestratégica mais diplomática, mais pacificadora e mais mediadora dos conflitos internacionais (concretamente no Médio Oriente). Os restantes países aguardam pelas melhorias económico-financeiras americanas para a estabilização dos mercados internacionais e por posições mais realistas e concreta na defesa ambiental do planeta. E essencialmente esperam por um Mundo mais estável.
Estará Barack Obama preparado? E estará a América e o Mundo preparado para Barack Obama?
Para já a Esperança… depois o tempo dirá.
Ao sabor da pena…
16 janeiro 2009
Os amigos!
Os amigos!
Não se trata dos “Amigos de Peniche”, mas tão somente dos Amigos de…
Hoje, vão proliferando um inúmero conjunto de círculos criados na maioria dos casos de forma espontânea, em torno de objectivos comuns mas de horizontes limitados.
Surgem as plataformas, associações de âmbito restrito e, por exemplo no caso de Aveiro, os “Amigos do Parque” ou mais recentemente os “Amigos da Avenida”.
Não está em causa a legitimidade dos objectivos e princípios que regem os movimentos e as sinergias criadas. Aliás, elas são, por norma, um exemplo claro do direito que assiste a cada cidadão de exercer a sua cidadania.
Mas o que pode preocupar é a forma individualizada, repartida e desarticulada com que se “jogam” esforços que poderiam e deveriam ser mais abrangentes e mais articulados.
Para além disso, poderá ser legítimo questionar até que ponto é que este tipo de “associação” permitirá uma democraticidade desejável.
Por outro lado, Aveiro comemora, neste ano, os seus 250 anos.
São muitos anos de história, de “estórias”, de processos de desenvolvimento e crescimento urbano e concelhio que merecem uma especial atenção e que merecem, também, um reforçar e renovar de esforços colectivos no sentido de melhorar, reabilitar e reavivar Aveiro.
Já no princípio deste ano, a Câmara Municipal de Aveiro viu aprovada a candidatura do projecto de regeneração urbana "Parque da Sustentabilidade".
Este é um projecto de requalificação de uma considerável e importante área urbana da Freguesia da Glória, pela sua envolvente, pelos sectores culturais, ambientais urbanos, sociais e económicos (área de serviços) que a sustentam (e por consequência, a própria cidade), que vai desde a zona do Alboi até Santiago, através da Baixa de Santo António, do Parque D. Pedro e zonas envolventes (Teatro Aveirense, Hospital e Universidade, Governo Civil, Tribunal e futuro Campus da Justiça, Museu, Sé, antigo estádio, etc.), sem esquecer a envolvência da zona da ria e de marinhas.
Para além disso, este tecido urbano (vasta área residencial) tem um valor inegável do ponto de vista da sua centralidade ou, se quisermos, de mais uma centralidade citadina, como pólo atractivo (zona residencial e zona de diversas actividades: culturais, sociais e económicas).
É pois possível repensar o seu urbanismo com a requalificação ambiental dos dois espaços verdes e da zona lagunar, da recuperação do património arquitectónico (caso do Convento de Santo António, já tantas vezes alertado pela ADERAV, por exemplo) e a tão pretendida, pelo Presidente da Junta de Freguesia, construção da nova sede.
Se a esta realidade adicionarmos a reflexão sobre a recuperação e reabilitação urbana da Avenida (ponto nevrálgico do urbanismo aveirense) e as potencialidades do espaço urbano da Forca-Vouga (zona nascente da Estação) teremos uma intervenção na Cidade como um todo.
Com uma cidade desenvolvida de forma sustentada, com qualidade de vida que fixe pessoas, potencie a cultura e a economia, todo o Concelho lucrará e Aveiro define a sua centralidade regional.
Para isso, não basta a responsabilidade política. Há que promover a participação de todos.
Desta forma, seria muito mais eficaz e positivo que as sinergias aveirenses se transpusessem para os “Amigos de Aveiro”. Pela cidade como um todo.
Ao sabor da pena…
14 janeiro 2009
Como Começar uma Guerra - Parte II
Como Começar uma Guerra - Parte I
09 janeiro 2009
Uma questão linguística
Agitar Aveiro!
Publicado na edição de ontem - 8.01.09 - do Diário de Aveiro.
Sais Minerais
Agitar Aveiro!
O ano de 2009 traz para a Cidade e para o Concelho uma “agitação” social, política e cultural fora do habitual contexto quotidiano dos aveirenses: 250 Anos do Município, os 1050 da primeira referência a Aveiro, os 200 anos do nascimento de José Mendes Leite e de José Estêvão, as eleições políticas nacionais, europeias e locais.
Um ano em cheio…
Deixando de lado as considerações eleitorais para outras “núpcias”, importa a referência à Cidade.
E importa a referência porque se entende ser importante e relevante reviver e “agitar” Aveiro, no sentido de se aproveitar este marco histórico para repensar a cidade.
Repensar Aveiro do ponto de vista da recuperação e reabilitação do espaço urbano, do ponto de vista da participação dos aveirenses na construção do “espaço público” (exercício do direito de cidadania) e na vivência e promoção culturais dos diversos marcos que fazem e constroem a história da cidade e do município.
No entanto, parece-me importante que tais perspectivas se façam com a participação de todos. Não apenas com a transferência de responsabilidades públicas para a Autarquia.
Aveiro precisa de crescer e de se afirmar com todos: entidades públicas, administração local, associações e instituições privadas e particulares, empresas, bem como, e principalmente, com os aveirenses.
Porque uma comunidade cresce e desenvolve-se com a construção social, cultural, política e económica participada por todos.
Para além disso, é importante também que estas intervenções e participações se façam de forma concertada e sustentada, permitido e potenciando um desenvolvimento equilibrado da cidade e do município.
É altura para, revivendo-se a história, se repensar a reabilitação do espaço urbano e a revitalização de zonas marcantes no tecido da cidade: nas suas acessibilidades, dimensão social e cultural, no espaço que ocupam no quotidiano dos aveirenses.
O primeiro passo foi dado com a perspectiva da recuperação da importância da Avenida.
Mas a Cidade não “passa” apenas pelo seu núcleo central.
Há a zona nascente da Avenida e da Estação por desenvolver e potenciar.
Há também o eixo urbanístico importante constituído pelo Parque da Cidade, a Baixa de Sto. António, a zona ribeirinha da Rua da Pega, o Alboi e o Rossio. Aveiro precisa ainda de repensar e rever os seus processos e medidas de mobilidade e qualidade de vida das suas gentes.
E há igualmente exemplos patrimoniais que fizeram parte da história da cidade que importa não esquecer: o Quartel na Rua Castro Matoso ou as Carmelitas, como exemplos.
Mas há também um outro aspecto que importa referenciar como relevante para este marcante ano de 2009: a participação cívica dos aveirenses na discussão do futuro e do desenvolvimento desta região.
Se há investimentos que merecem a nossa especial atenção (Tribunal Administrativo, Região de Turismo, as Acessibilidades, a nova Área Metropolitana) e que colocam Aveiro novamente no centro regional, é importante que os aveirenses não se alheiem da sua capacidade crítica, interventiva e participativa, voltando a (re)criar, nesta Cidade e Concelho, o espírito construtivo e democrático, pela defesa das liberdades, valores e desenvolvimento que, há alguns anos atrás, definiram Aveiro e transpuseram nomes e figuras aveirenses para o panorama nacional.
Ao sabor da pena…
08 janeiro 2009
07 janeiro 2009
Fábulas reais
04 janeiro 2009
Afinal... Viva 2009!
03 janeiro 2009
Batem à Porta?!
Publicado na edição de sexta-feira, 2.01.09, do Diário de Aveiro.
Sais Minerais
Batem à porta?!
É comum, chegada esta altura do calendário, o recurso ao “rewind” ou “flashback” dos acontecimentos que, durante os restantes dias que compuseram o ano, foram preenchendo o “espaço público”, mais ou menos próximo.
Hoje, face ao mediatismo dos acontecimentos e aos recursos tecnológicos disponíveis, estes momentos ’épicos’ tornam-se relativamente acessíveis e fáceis de utilizar (apesar disso, não vão assim tão distantes os tempos de vasculhar arquivos encaixotados, à procura dos acontecimentos mais marcantes).
É, desta forma, que voltam à “imagem colectiva” os momentos sociais, políticos, económicos, culturais e desportivos que marcaram a anuidade cessante. E regressam à memória, em muitos casos, vezes sem conta ou exageradamente em conta.
Mas será esta a perspectiva que interessa ter, no final de mais um ciclo?!
Se a intenção generalizada dos cidadãos é a de comemorar o Novo Ano, aquele que chega mal soa a última badalada, porquê tanta preocupação com o que deixámos para trás?!
A História faz-se em cada futuro projectado nos espaços vividos. Só assim, a sociedade e o indivíduo evoluem.
Deste modo, não será mais importante a reflexão sobre o Novo Ano que “bate à porta” (leve, levemente…)?!
Como podemos desejar um Bom Ano se nem nos demos ao trabalho de o querer conhecer e tentar perceber como ele pode ser?
A ilusão em nada beneficia a vivência da realidade. E a euforia do momento esconde factos que merecem uma maior atenção.
Será que vale a pena deixar 2008?
Os peritos financeiros (excluindo questões ou quezílias político-partidárias) já referenciaram 2009 (o Novo Ano) como o ano mais problemático e marcante no actual panorama da crise financeira global.
Baixam as taxas de juro e o preço do petróleo, mas estagna a economia, perde-se o desenvolvimento social, aumenta o desemprego, aumentam os bens de consumo (água, electricidade, transportes) diminui a eficácia e justiça fiscal, …
Pior que assistirmos a uma recessão - em termos muitos gerais e simples, é declínio da taxa de crescimento económico (queda do PIB - diminuição significativa das actividades comerciais e industriais) e resulta na diminuição da produção e do trabalho, dos salários e dos benefícios do sector empresarial (mas, apesar disso, a recessão é considerada como uma fase normal do ciclo económico) - é a percepção que a realidade demonstrada pela crise possa, já no futuro imediato, passar pelo descontrolo financeiro de uma deflexão - resulta numa baixa nos preços de produtos no mercado de forma não contínua e consistente (estagnação do mercado e do consumo), gerada pela baixa procura de determinados produtos ou serviços, obrigando o sector empresarial a reduzir os preços como única alternativa de venda, podendo resultar em falências e gerando um aumento do desemprego (que implica falta de recursos financeiros dos cidadãos para investir no mercado: consumo, criando um ciclo).
Mas não se pense que será apenas o espectro financeiro a marcar 2009. Serão as probabilidades de, a isso, juntarmos as questões sociais como o desemprego; a criminalidade; as convulsões sociais e sectoriais; o sentimento de injustiça; a perda de valores; a falta de desenvolvimento; a ausência do sentido de solidariedade e comunidade, etc..
E não se pense, também, que a Grécia está assim tão longe…
Ainda assim não consigo ter bem a percepção se deveremos comemorar ou não.
Ou melhor... o português comemora por tudo e por nada.
Mas o que importa aqui é saber se convém celebrar a despedida de 2008 ou nos preocuparmos com um 2009 que, apesar de desconhecido, se nos afigura deveras negro e cinzento.
Fica ao vosso critério. Por mim... não saía de 2008, apesar de tudo.
Mas, enfim... que seja.
UM BOM 2009 para todos.
Ao sabor da pena…
Responsabilidade Política
Responsabilidade Política.
O Editorial da edição anterior de “O Aveiro”, da responsabilidade do Dr. Pedro Pires da Rosa, focava, de forma interessante e consistente, o problema da “Política e os Cidadãos”, nomeadamente com o inaceitável episódio das faltas parlamentares.
O editorial em causa referia-se à necessidade de controlo do comportamento e assiduidade dos deputados da Assembleia da República.
A posterior reflexão sobre o conteúdo editorial, demonstra que há, no entanto, outras perspectivas e preocupações que se afiguram igualmente relevantes: o papel e desempenho político dos deputados da nação e a ausência do exercício de cidadania e a sua participação na construção do “espaço público” por parte dos cidadãos.
A questão levantada em torno do absentismo parlamentar só permite sustentar (para além da inquestionável falta de controle) que existem deputados a mais no parlamento. Para além de reforçar a ideia, ou a certeza, de que uma grande parte dos mesmos não subscreve um requerimento, uma intervenção ou produz qualquer desempenho profissional prático para além de “levantar o braço”. Já para não referir que quase a totalidade dos eleitos, após o acto eleitoral, se distancia totalmente do cidadão e da região que o elegeu.
Isto significa que o Estado (todos nós) paga a quem pouco ou nada produz. E é isto que distancia o cidadão da política e dos partidos.
Assim, urge uma redefinição urgente do papel, do desempenho e da responsabilidade política dos eleitos da nação.
Mas por outro lado, não se pense que este é apenas um problema da classe política.
A realidade demonstra que o cidadão também se alheou da sua participação cívica, do seu papel e responsabilidade na construção do “espaço público”: a sociedade.
Falta espírito crítico, participação, intervenção social e sentido comunitário. E nas coisas mais simples: na escola, no local de trabalho, no bairro, na freguesia ou no município. Sempre que é solicitada a participação, a maioria dos cidadãos alheia-se da sua responsabilidade (também) política e comunitária, deixando para o poder político toda e qualquer decisão (que mais tarde não se inibe de contestar e criticar).
É também altura, no aproximar de um ano que se afigura extremamente difícil e exigente, de uma maior participação e exercício do direito de cidadania.
Mas para já… um Feliz Natal!

