Como é possível isto?!
"Tribunais: Documentos confidenciais nos caixotes de lixo do Palácio da Justiça".
(fonte: Expresso on-line)
Sobre tudo e mais alguma coisa deste rectângulo à beira mar plantado.
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Primeiro, uma declaração de interesses: sou defensor do trabalho e do esforço do ex-Inspector Gonçalo Amaral. «A livre comunicação dos pensamentos é um dos mais preciosos direitos do homem. Todo o Português pode conseguintemente, sem dependência de censura prévia, manifestar suas opiniões em qualquer matéria, contando que haja de responder pelo abuso d’esta liberdade nos casos e pela forma que a lei determinar» in Art.º 7.º, Constituição política da Monarquia Portuguesa, 23 de Setembro de 1822 Nós, Cidadãos pela Defesa dos Direitos e Liberdades - Projecto Justiça Gonçalo Amaral, de acordo com o que está previsto no Artigo 52º da Constituição da República Portuguesa e na Lei nº 43/90, de 10 de Agosto, alterada pela Lei nº 6/93 de 1 de Março e pela Lei nº 15/20.03 de 4 de Junho e pela Lei nº 45/07, de 24 de Agosto, vimos pela presente declarar a nossa indignação face ao ataque perpetrado contra o direito à liberdade de expressão do Cidadão Gonçalo de Sousa Amaral, que viu ser censurado não apenas um livro, mas também qualquer expressão, oral ou escrita, sobre a tese que defende. Com efeito, a decisão recente de proibir, mais do que a venda de um texto, todo um raciocínio que lhe está subjacente – raciocínio esse que se encontra, comprovadamente, expresso, fundamentado e deferido, no âmago de um processo de investigação criminal -, constitui, na nossa opinião, um grave e preocupante precedente. Nunca, desde a Revolução de 25 de Abril de 1974, se havia assistido, neste País que tão valorosamente lutou na defesa da Cidadania responsável e livre, a tamanho ataque contra a Liberdade de Expressão, direito fundamental consagrado no Artigo 37º da nossa Constituição e no Artigo 19º da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Um ataque agravado pelo facto de a tese defendida pelo Dr. Gonçalo Amaral reflectir rigorosamente os factos de uma investigação já fora do segredo de justiça e já tornada pública, um raciocínio lógico e devidamente fundamentado. Concorde-se, ou não, com as conclusões a que chegou toda uma investigação policial, é indefensável proibir a sua reprodução e discussão. A Liberdade de Expressão, exercida com responsabilidade, é um direito inalienável de qualquer Cidadão Português, e não podemos aceitar sem protesto que se volte a perder algo que tanto custou a conquistar. Desta forma, solicitamos a imediata devolução do Direito de Expressão ao Cidadão Gonçalo de Sousa Amaral, ao abrigo da Constituição da República Portuguesa, e em respeito pelos Direitos Humanos universalmente consagrados. Concordo e Subscrevo,
Os signatários
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Palestinianos querem proclamar Estado com apoio da ONU, de forma unilateral, face aos impasses negociais com Israel. (fonte: Expresso on-line)
O sal de Aveiro é cada vez mais procurado. Este ano, a produção de 908 toneladas - superior em 44% relativamente a 2008 - foi vendida em poucos dias. No passado recente muito ficava por escoar.(fonte: Jornal de Notícias)
1949 marcava uma nova era geopolítica (europeia e internacional), com o fim da segunda grande guerra.
Pela Paz e pela Não-Violência... Uma ponte para o futuro!Cheira a Maresia!
Aveiro entrou em fase de “histeria”.
Aliás, os aveirenses, independentemente do seu “beiramarismo”, da sua ligação ao clube ou do seu total alheamento (quer ao clube, quer ao futebol e, ainda, quer ao desporto em geral) muito dificilmente encontram, nestes últimos dias, outro tema de conversa.
Os encontros na rua, nos locais de trabalho, nos cafés, começam, logo a seguir ao “bom dia” ou “boa tarde”, com questões de retórica: o Beira Mar já acabou?! Sempre vai acabar?! Já encontraram solução?! Já há Presidente?!
Vão-se desfiando notícias, dão-se palpites, fazem-se prognósticos e avançam-se sugestões e soluções.
De repente, seja qual for a ligação e o grau de emotividade, Aveiro parou para falar do Beira Mar.
Ou então, é, apenas, exagero meu. Porque o mais evidente é o tema interessar a cerca de uma centena de aveirenses, ou melhor, sócios do Beira Mar.
É que, por mais que algumas vozes “gritem aos sete ventos”, o Beira Mar afastou-se dos aveirenses. E isso é que importa questionar, analisar e projectar, se houver verdadeiro interesse em “salvar” a Instituição.
Pena é que se queira resumir a temática e a realidade à relação do clube com a autarquia.
No entanto, essas mesmas vozes esquecem que Aveiro é muito mais que o Beira Mar e o futebol (ainda por cima profissional, com todas as implicações que tem, seja ao nível do seu financiamento, seja à impossibilidade, pela força da lei, de receber subsidiação das autarquias).
É que Aveiro também são as ruas, as freguesias, as instituições de solidariedade social, as associações culturais, todo o associativismo, os cuidados de saúde, as necessidades sociais, as famílias… Aveiro também é a educação, a juventude, as crianças, os idosos, o desemprego, as empresas…
Ou seja, Aveiro é muito mais que o Beira Mar, o futebol, ou, até mesmo, o desporto.
É a Banda Amizade, as Florinhas do Vouga, os escuteiros, os centros comunitários, o CETA, os grupos cénicos, os corais polifónicos, … E se quisermos, Aveiro também é o Recreio Artístico, Galitos, Esgueira, Sporting de Aveiro, Bonsucesso, CENAP, Estrela Azul, FIDEC, Taboeira, Eixo, e tantos outros…
Aveiro é muito mais que fundamentalismos ou extremismos.
Já alguém parou para questionar por onde andam cerca de 7000 sócios do Beira Mar?!
Já alguém analisou as razões do afastamento do Clube em relação aos aveirenses?! E não é nova esta falta de identidade entre aveirense e o clube: quando associado do Beira Mar, era constrangedor ver a “bancada central” do antigo estádio encher-se de sócios assíduos que trocavam o seu cachecol preto e amarelo pelo vermelho, verde e azul, quando o Benfica, Sporting ou Porto vinham jogar a Aveiro.
Já se questionaram as gestões anteriores?! Já se repensaram projectos e debateram opções tomadas? Já se repensaram os modelos de gestão? Já se questionou como é que as piscinas passaram de uma gestão lucrativa para um equipamento insustentável e deficitário?! Já se discutiu o insucesso desportivo e a incapacidade de afirmação no futebol nacional?! Porque não se ouviram as mesmas vozes de hoje aquando da construção do novo estádio municipal e todas as implicações que teria no futuro do clube?
Já se apurou quantos, dos cerca de 70000 aveirenses (concelho), são aqueles que se sentem identificados com o Clube e vivem a sua realidade actual?
Acho que, mais importante que projectos irrealistas e sonhadores, é relevante e urgente assentar os pés na terra e projectar o clube em função da realidade e das suas capacidades. Muito para além do mau hábito luso da subsidiodependência.
O clube deve ser repensado (seja ao nível que tiver que ser) em função da sua capacidade de subsistência. Isso é que lhe dará dignidade e devolverá os aveirenses ao clube (veja-se o caso do Boavista, do Salgueiros, do Farense, etc.).
O que não faz sentido é devolver a responsabilidade para quem deve ter como preocupação fundamental a gestão do domínio autárquico.
Qual seria a reacção da comunidade aveirense se uma determinada empresa, a braços com uma situação de falência, recorresse ao erário público para a sua sobrevivência?! Não estaria essa empresa legitimada também pelo interesse público: não aumentar o desemprego, de não potenciar a conflitualidade social, de projectar o desenvolvimento económico?!
Porque as actuais vozes tão críticas, não se erguem contra o tecido empresarial aveirense por não apoiar o Clube?! Não terão as empresas eventual negligência na sua responsabilidade social?!
É certo que o Clube, pela sua história e por aquilo que pode projectar, deve ser apoiado, dentro do racional, e deve ser, por todos os interessados, encontrada rapidamente uma solução. Mas de forma coerente, realista, lógica, sem que as emoções e as paixões inconsistentes entravem o futuro do Sport Clube Beira Mar.
Com todo o respeito por quantos desenvolveram incansáveis esforços para encontrar uma saída para esta crise de identidade…
Mundial pela Paz e a Não-Violência passará por Aveiro.
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Cheira a Maresia!
E porque não?!
Atrevo-me, neste regresso, a “ressuscitar” um tema recente que já extravasou os limites aveirenses: o Estádio Municipal.
Há poucas semanas, o Dr. Ulisses Pereira suscitou algum alarmismo em vários sectores aveirenses, colocando a hipótese de implodir o estádio municipal. Viria, poucos dias depois, a contextualizar aquela afirmação, demonstrando que esta seria uma solução, e não “a” solução (a única solução).
Mas mais do que suscitar reflexão, debate e fundamentação de argumentações “prós e contras”, a maioria das pessoas resolveu ficar-se pela polémica, acendendo apenas, na maioria dos casos, ‘fantasmas’ e bandeiras político-partidários.
Por outro lado, não tenho qualquer obrigação de subscrição, apoio ou subserviência para com o Dr. Ulisses Pereira.
Conheço-o desde os meus tempos de início de carreira como treinador de basquetebol, no Clube do Povo de Esgueira. Conheço-o, com respeito e consideração. Tão só. E não creio que o Dr. Ulisses Pereira necessite do meu contributo de "patrocínio de advogado de defesa".
Mas no que está em causa, não posso deixar de vir, publicamente, manifestar a minha total concordância.
Até porque o tema - Estádio Municipal - para mim não é novo e, na generalidade, princípio e argumentação, estou perfeitamente de acordo, como aliás já o afirmei, publiquei e discuti em momentos vários: Aveiro só ganharia com o repensar da zona envolvente ao Estádio Municipal, do próprio estádio, da eventual recuperação do antigo estádio ou a construção de um estádio, mais pequeno, com menos encargos de manutenção e situado, por exemplo, junto ao Parque de Exposições (algo que sempre defendi antes da construção do estádio, em Taboeira).
Custa mais ao erário público, ao desenvolvimento de Aveiro e ao futuro do Beira Mar manter o actual estado das coisas. Ao menos que se recupere algum do investimento despendido, enquanto é tempo e existirem alternativas.
Alternativa que passaria por potenciar o espaço envolvente ao Parque Expo: rentabilizar exposições, acessibilidades, centralidades, espaço para estacionamento (por exemplo, coberto), maior atractividade comercial, cultural e lúdica. Parece-me um excelente espaço disponível para uma infra-estrutura que se enquadraria perfeitamente na envolvente e nos equipamentos já existentes. Podendo mesmo potenciar outros: piscinas, pavilhão, zona comercial e de lazer.
Não faz sentido estar-se, em cada discussão suscitada, a acenar com fantasmas do passado: é muito discutível que, quem quer que estivesse no lugar do Dr. Alberto Souto, por questões políticas e de prestígio para Aveiro, não tivesse a tentação de construir um estádio para o Euro 2004. Aliás, como disse uma vez o Dr. Girão Pereira, face á sua experiência de autarca, quem estivesse no lugar de Presidente da Câmara, naquela realidade, tudo faria para que Aveiro fizesse parte do “mapa” do Euro 2004. O que poderia ter sido discutido era a sua localização e o projecto envolvente. E isso, sempre defendi noutro espaço, mais central e mais atractivo, como a baixa de Vilar (junto ao Parque de Exposições de Aveiro).
A questão passa, agora, por sermos mais claros e consistentes.
A zona delimitada pelo plano envolvente ao Estádio Municipal (designada por PDA), pode (e deve) continuar o seu processo natural. Nada o impede, mesmo sem a presença do estádio.
Quanto a este, temos de ser realistas: não há condições financeiras que o sustentem. E há que, com coragem, equacionar todas as soluções. E uma delas passa, de facto, pela sua implosão. Nada é eterno ou insubstituível, na vida ou na sociedade!
Algumas vozes dirão que se abrem portas à especulação, ao compadrio ou, até mesmo, à corrupção. Nunca percebi a lógica de que tudo o que tem a ver com edificado tem, necessariamente, de ser maquiavélico e negativo. Isso é uma visão redutora sobre o desenvolvimento e a urbanidade.
Até porque nem tudo passa por uma alternativa de especulação imobiliária… para além da recuperação de algum do investimento e dos custos até agora dispendidos, há alternativas válidas para a ocupação daquele espaço. Por exemplo, fala-se da necessidade relevante de ser construído um novo Hospital. Como não me parecem ser evidentes os argumentos de que esses equipamentos devem ser construídos nos centros urbanos, parece-me uma perfeita alternativa a construção do novo Hospital de Aveiro naquele local (acessibilidades óptimas, espaço suficiente, localização interessante).
Afinal, uma Implosão do Estádio Municipal até poderia significar uma Impulsão do novo Hospital de Aveiro.
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No próximo dia 31, Caminhada Rosa alerta para o cancro da mama.| Este foi... |
futuros) um dos "pelouros" governativos mais controversos, polémicos e difíceis de gerir politicamente.| Este foi... |
governo que será apresentado ao Presidente da República e à Assembleia da República.| Este foi... |
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com o futuro do Beira Mar.| Este foi... |
ém dizia, aqui na blogoesfera local, que muitos dos blogues vieram e foram, curiosamente fruto (ou rebento) das últimas eleições autárquicas... de facto! Muitos foram os que desapareceram, depois de larga "pujança"! Mas também há os resistentes...| Este foi... |
"Com a consciência de quem sente que cumpriu o seu dever e com a força de quem se entusiasma em querer fazer mais e melhor, apresento-me de novo a sufrágio como presidente desta equipa para a Assembleia de Freguesia da Glória, nas listas da coligação “Juntos por Aveiro”. Não tenho outro objectivo que não seja o de estar junto da população e sentir o seu pulsar, nem outros propósitos que não sejam os de proporcionar em todas as áreas, uma melhor qualidade de vida aos cidadãos. Em todas a área geográfica da Freguesia, procurarei estar atento às necessidades de cada um, dialogando com todos, contactando as instituições, associações e colectividades, imprimindo sempre, na resolução de cada problema, o toque de humanidade e personalismo que caracterizam os valores em que acredito. No exercício da função a que me recandidato, procurarei ser em cada momento o porta voz das necessidades sentidas pela população tendo em vista a sua resolução. Tenho como projecto próprio a ambição muito intima de criar as melhores condições para a nossa comunidade, tendo em especial atenção as crianças e idosos. Conto Convosco. Com a determinação e humildade de sempre... Contem comigo."| Este foi... |
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ssou, então... Nada!
País, amanhã, pelas 20:00 Hm.| Este foi... |
paralelas) que levaram de uma vitória europeia a uma derrota nacional.| Este foi... |
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