“Debaixo dos Arcos” foi, e ainda é, o primeiro blogue não virtual de Aveiro. Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada": o centro do mundo...
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07 janeiro 2009

Fábulas reais

A certificação na prática da "moral da história" da Fábula "A Formiga e a Cigarra". Quem trabalha e labuta recolhe os seus frutos.
Ou...
Como o PSD elimina a sua concorrência interna ou trata os seus "fantasmas".

30 novembro 2007

E a democracia?!

Se o 25 de Abril de 74 é de todos os portugueses, acrescente-se, por uma questão de justiça, que a luta pela liberdade foi, manifestamente, mais preponderante nos sectores que hoje pertencem à história da esquerda, incluindo o Partido Socialista.
Assim... é no mínimo estranho, para não se dizer, inconcebível o testemunho do Presidente da Câmara Municipal de Lisboa.
É legítimo (e até mesmo uma "obrigação") propor medidas que permitam combater as dívidas acumuladas no município. Em Lisboa e em qualquer autarquia deste país.
Por outro lado, é igualmente lógico que neste processo se tentem tirar dividendos políticos. Por um lado, António Costa quer aproveitar esta realidade das dívidas para desafogar a câmara e ter ainda margem de manobra que lhe permita realizar obra, por outro, o PSD tentará inviabilizar (não a supressão do deficit financeiro) essa pretensão socialista retirando a esse partido, hipotéticos ganhos e trunfos nas próximas eleições.
O que é lamentável é o uso de uma demagogia anti-democrática, como as declarações de António Costa em que refere a hipótese de demissão do cargo de presidente da câmara. Isso é chantagem política. Isso é o condicionamento condenável de uma limitação ao direito de opinião, expressão e liberdade de escolha.
Para um socialista... é obra!

15 julho 2007

Ai Mouraria!

Terramoto de 1755 actualizado em 2007 (15 de Julho)
Lisboa elege "Dr. Abstenção" como principal "salvador" dos problemas locais. Mais de 50% dos eleitores não votou.
Lisboa elege debilmente António Costa para Presidente da Câmara.
O PSD paga a factura da fractura camarária e é reflexo da incapacidade de oposição ao governo.
O CDS tem o seu pior registo na história das eleições da capital e marca uma noite negra: será o princípio do fim?
Resultados práticos
Lisboa volta à esquerda.
Fruto da abstenção as minorias são cada vez mais minorias, com o CDS a entrar nesse campo.
Marques Mendes vai convocar directas no PSD. Será a vez de Filipe Menezes?
Paulo Portas começa muito mal a sua reentrada e convoca Conselho Nacional.
Telmo Correia demite-se da vice-presidência do CDS.
Tal como nas presidenciais, os movimentos não partidários têm um papel e resultados de relevo: Carmona (o mal amado) é segundo e Helena Roseta elege dois vereadores.

Venha agora o novo Marquês de Pombal reconstruir Lisboa depois de mais um terramoto.