“Debaixo dos Arcos” foi, e ainda é, o primeiro blogue não virtual de Aveiro. Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada": o centro do mundo...
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29 janeiro 2012

A ler os outros... (Pedro Marques Lopes - DN)

Este texto do Pedro Marques Lopes - "A autárquica aldrabice", publicado na edição de hoje, 29.01.2012, do Diário de Notícias, está simplesmente soberbo (aliás como é seu apanágio, fazendo uso da sua "democritica" independência).
O texto está relacionado com a temática da reforma da Administração Local, mais propriamente sobre as recentes declarações do ministro Miguel Relvas a propósito da limitação de mandatos autárquicos.

Tal como o fiz na edição da passada quarta-feira, no Diário de Aveiro, e transcrito aqui, em: "Dar com uma mão..." (não tão bem, claro).

20 novembro 2011

A ler os outros... Paulo Baldaia e a (in)Justiça.

Posso não concordar num ou outro aspecto, ou melhor, podem faltar outro tipo de argumentos igualmente válidos neste excelente texto de Paulo Baldaia, director da TSF - "Porca miséria", na edição de hoje do Diário de Notícias.
De facto, assim vai a nossa justiça... é o caso Duarte Lima, Face Oculta, Isaltino Morais, o desaparecimento de muitos "Ruis Pedros", a Casa Pia, o BPN, Fátima Felgueiras, etc., etc. ...

(excertos)


Penso que ninguém tem dúvidas de que é a Democracia que é posta em causa quando não há justiça. Perder soberania para os funcionários de 7.ª linha da troika é coisa pouca comparada com esta prepotência de uns quantos senhores da justiça em relação a todos os portugueses.  

15 outubro 2011

A ler os outros... edição do DN

Antecipando o meu artigo de opinião para a edição de amanhã do Diário de Aveiro, oportunidade para ler com interesse e atenção, com uma reflexão muito clara sobre "murro" no estômago que os portugueses levaram na passada quinta-feira, ao jantar.

A "Actualidade em três tempos" do director do Diário de Notícias, João Marcelino.

e

"Rasgar o contrato de confiança", do jornalista Nuno Saraiva, também do Diário de Notícias.

25 setembro 2011

A ler os outros... João Marcelino: "O enriquecimento ilícito".

A propósito do post anterior, com referência muito ligeira ao debate parlamentar sobre o enriquecimento ilícito, nada melhor que uma leitura atenta a este interessante artigo de opinião do Director do Diário de Notícias, João Marcelino, na edição de 24.09.2011.

O enriquecimento ilícito

07 agosto 2011

E o rigor?!

A esta notícia do Diário de Notícias falta rigor jornalístico.

Porque não dizer que das 447 apenas cerca de 16% são "boys"?
Porque não comparar o número de nomeações comas do anterior governo?
Porque não comparar o número de boy socialista no anterior governo e empresas públicas?

Isso seria muito mais isento e rigoroso!

03 março 2011

A ler os outros...

Nem sempre reparo nos artigos de opinião de Ferreira Fernandes no Diário de Notícias (embora leia regularmente o jornal).
E quando reparo nos seus artigos, nem sempre estou de acordo com as suas fundamentações, temáticas ou conteúdos.
No entanto, o "Um ponto é tudo" publicado hoje (3.03.2011) sob o título de "Obrigadinho pela vergonha" é um daqueles textos que, depois de lido e repensado, eu gostaria de ter escrito.
Um texto ao qual a sabedoria popular adjectivaria de "curto e grosso".
No fundo... brutal e espectacular.

05 dezembro 2010

A ler os outros...

Entre o estilo e a oportunidade do Orçamento de Estado para 2011, a posição açoriana e o mundial de futebol de 2018 entregue à Rússia (felizmente para nós).

06 setembro 2010

Mais um tiro no pé...

ou se quisermos... mais um passo para o abismo!
Há expressões tradicionais, regionalismo, ditos populares, que, face aos acontecimentos recentes, se tornam realidades linguísticas muito pertinentes: "quem quer ser respeitado, deve respeitar"; "os actos (ou as palavras) ficam com quem os pratica"; "sacudir a água do capote"; "lágrimas de crocodilo"; ... e por aí fora.

Mas acima de tudo quando queremos ser credíveis, quando queremos que acreditem na nossa sinceridade ou na nossa causa, as palavras que proferimos e os actos que praticamos têm um impacto extremamente significativo nas pessoas (nos outros).
Podemos fazer muitas conferências de imprensa, revelar o que consideramos a verdade (pelo menos a nossa), mas tudo se manifesta e acaba por ruir quando a argumentação ou fundamentação que usamos apenas se baseia na delação, no denegrir a personalidade alheia, na banal acusação.

Tal como aconteceu na sexta-feira passada, ainda antes da sentença ser conhecida, o cidadão Carlos Cruz expressava-se, desta forma, em relação a uma das vítimas e testemunhas do processo, precisamente a que o acusou:

É claro que isto não passa de mais uma 'acabala' jornalística da mediatização do caso que não é da Casa Pia, mas sim de Carlos Cruz... malditos jornalistas e comunicação social.