“Debaixo dos Arcos” foi, e ainda é, o primeiro blogue não virtual de Aveiro. Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada": o centro do mundo...
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20 novembro 2011

A ler os outros... Paulo Baldaia e a (in)Justiça.

Posso não concordar num ou outro aspecto, ou melhor, podem faltar outro tipo de argumentos igualmente válidos neste excelente texto de Paulo Baldaia, director da TSF - "Porca miséria", na edição de hoje do Diário de Notícias.
De facto, assim vai a nossa justiça... é o caso Duarte Lima, Face Oculta, Isaltino Morais, o desaparecimento de muitos "Ruis Pedros", a Casa Pia, o BPN, Fátima Felgueiras, etc., etc. ...

(excertos)


Penso que ninguém tem dúvidas de que é a Democracia que é posta em causa quando não há justiça. Perder soberania para os funcionários de 7.ª linha da troika é coisa pouca comparada com esta prepotência de uns quantos senhores da justiça em relação a todos os portugueses.  

15 outubro 2011

A ler os outros... edição do DN

Antecipando o meu artigo de opinião para a edição de amanhã do Diário de Aveiro, oportunidade para ler com interesse e atenção, com uma reflexão muito clara sobre "murro" no estômago que os portugueses levaram na passada quinta-feira, ao jantar.

A "Actualidade em três tempos" do director do Diário de Notícias, João Marcelino.

e

"Rasgar o contrato de confiança", do jornalista Nuno Saraiva, também do Diário de Notícias.

25 setembro 2011

A ler os outros... João Marcelino: "O enriquecimento ilícito".

A propósito do post anterior, com referência muito ligeira ao debate parlamentar sobre o enriquecimento ilícito, nada melhor que uma leitura atenta a este interessante artigo de opinião do Director do Diário de Notícias, João Marcelino, na edição de 24.09.2011.

O enriquecimento ilícito

20 setembro 2011

A ler os outros... João Marcelino e a Madeira

Sobre o caso da dívida oculta da Madeira e o eventual fim político de Alberto João Jardim, um interessante editorial/artigo de opinião de João Marcelino no Diário de Notícias de 17 de Setembro último.

23 agosto 2011

A ler os outros... RTP vs Serviço Público: novo paradigma!

Esta não é uma questão de somenos importância.
Nem tão pouco uma questão que interesse exclusivamente aos profissionais da Comunicação, e concretamente aos da RTP / RDP / LUSA.
Este não é um problema circunscrito à esfera jornalística.
Em causa... a privatização/concessão da RTP e a e concepção teórico-prática do paradigma "Serviço Público".
Ao ponto do Governo ter criado uma comissão/grupo de trabalho que elabore um relatório sobre a temática.
Duas das minhas referências têm visões diferentes, mas que podem ajudar a clarificar opiniões e conceitos.

José Manuel Fernandes escreveu no Blasfémias algumas notas sobre o Serviço Público.




Paulo Querido contestou no "seu" Certamente, com o título (abreviado aqui) "pelotão de execução da RTP".




A ler atentamente!

As minhas duas dúvidas são:
1. Valerá a pena, fará sentido, garantir o actual modelo de serviço Público com a detenção pelo Estado de um (grupo) órgão de comunicação social?
2. Não havendo detenção directa que tipo de Serviço Público será garantido, já que o mesmo é importante num Estado de Direito e, por isso, previsto na Constituição?
Ainda por esclarecer...

17 junho 2011

As Finanças pertencem a...

A ler os outros...
Descobri, num recente espaço informativo digital (inaugurado hoje e já devidamente linkado na coluna "Os de lá...") denominado Dinheiro Vivo, este excelente artigo sobre o perfil do próximo Ministro das Finanças: "O próximo ministro das Finanças", de Ricardo Reis.

Concordando com o que está referido, aproveito a oportunidade para expressar uma opinião que há algum tempo perfilho e afirmo, e totalmente a propósito face à constituição do próximo elenco governativo.

Teixeira dos Santos devia ser ministro das finanças.

Não digo isto com qualquer leviandade ou privado de sentido de responsabilidade ou fundamentação.
Independentemente de ter exercido o cargo durante o período de (des)governação socialista, por uma questão de coerência, de respeito, de verdade e rigor políticos, é um facto que Teixeira dos Santos tem todas os requisitos necessários para exercer, novamente, o cargo:

- conhece a realidade como ninguém e tem já a experiência do funcionamento do estado e das suas relações (recorde-se que soube afirmar, sem qualquer tipo de demagogia, que Portugal não iria ter dinheiro em Junho);
- sempre falou verdade e pautou pela transparência, mesmo contra a vontade e opinião de José Sócrates (é público) ao ponto de lhe trazer o sabor amargo político da indiferença e da desconsideração socialista (tal como a Luis Amado, embora em menor grau);
- tem capacidade técnica;
- foi um negociador eficaz com as entidades internacionais e com a UE.
Por fim... também ele é independente (fazendo fé que essa começa a ser uma característica a ter em conta na elaboração do elenco governativo).

Isto sim... seria uma enorme prova de interesse nacional, de supra-partidarice, e uma volumosa maturidade política.

Mas infelizmente, perde-se tempo com questões, DITAS mais Nobre(s)!

12 junho 2011

A ler os outros...

Muitas vezes afirmei que esta crise não é apenas, nem tão só, uma crise económico-financeira.
Esta é e será uma crise social e de valores. E Portugal e a sociedade não me parecem nada preparados para o que virá, já num futuro imediato.

Um texto simples mas a perspectivar o futuro: Notícias violentas em tempo de Santo António - do blogue "Comunicação Integrada", de Luís Paulo Rodrigues.

19 abril 2011

A ler os outros... de forma insuspeita. Muito bom!

Podemos ser contra. Podemos marcar sempre a nossa posição e as nossas convicções.
Temos o dever de defender os nossos eleitores... temos o dever de manter a confiança em quem vota em nós.
Um facto: o FMI está cá. Ponto!
Outro facto: com ou sem a participação de todos, vai haver "contracto" de resgate.
O que é preferível. Ser apenas do contra porque se é, por convicção, do contra? Ou fazer ver os nossos pontos de vista e dar o nosso contributo para minimizar o problema?

Passividade e abstenção são condenáveis em democracia e em política. E são erros que se pagam caro.

05 dezembro 2010

A ler os outros...

Entre o estilo e a oportunidade do Orçamento de Estado para 2011, a posição açoriana e o mundial de futebol de 2018 entregue à Rússia (felizmente para nós).

26 novembro 2010

A ler os outros...

Uma visão futurista que pode correr o ricos de se tornar pura realidade...
Com perigos ou virtudes?! Só o tempo o confirmará...

Crónica de José Manuel Fernandes, hoje, no Público. Ler aqui!

20 outubro 2010

A ler os outros...

Independentemente do Orçamento ser viabilizado ou não, de ser negociado ou não...

A não perder uma leitura atenta por este excelente artigo de Pedro Santos Guerreiro, Director do Jornal de Negócios.

"A multiplicação das taxas"...  Mexe? Tributa. Respira? Taxa. Atrasa? Multa. Foge? Caça. Contesta? Penhora.

16 setembro 2010

A ler os outros...

Descobertas na rede.
Acabadinho de ser encontrado, é com muito gosto que "Per Capita" do jornalista Paulo Ferreira (editor de Economia da RTP) faz parte da coluna das referências da rede.
A reputação da PT é o seu mais recente post.

29 março 2010

Entre a negação e a condenação...

Não podia deixar de fazer referência a este excelente texto do António Marujo.
A maior crise da Igreja Católica dos últimos 100 anos.

(fonte: edição do Público do dia 27 de Março de 2010 - sábado)
Lido e relido...

14 janeiro 2010

A ler os outros...

e a concordar inteiramente!
(via facebook - hoje, às 20:00 - João Pedro Dias)

"Quando o Senhor Ministro das Obras Públicas se vê na necessidade de justificar o TGV Lisboa-Madrid recorrendo, entre outros argumentos, às potencialidades das praias da zona de Lisboa para atrair os amantes do surf (sim, do surf! eu ouvi!), acho que estamos conversados sobre o bom fundamento, a necessidade e a viabilidade financeira da dita obra...."

(comentário meu)
Nem mais... um investimento para 3 meses de férias...
Espero que haja lugar no TGV para transportar as pranchas!

27 dezembro 2009

A ler os outros...

In "Clube dos Jornalistas"

Ao fim de dois anos a falar para os leitores, o provedor despede-se dirigindo a última crónica à redacção. Sem deixar de mencionar (concorde-se ou não) o caso polémico e controverso das escutas noticiadas naquele órgão de comunicação (embora uma visão que não partilhe na totalidade).

Carta aos jornalistas do PÚBLICO.

29 novembro 2009

A Ler os Outros...

Sempre nutri um particular "deslumbramento" pelo Dr. António Barreto.
Facto que vem de há muitos anos, apesar das diferenciação político-ideológica.
Mas que em nada "belisca" o reconhecimento pela sua invulgar cultura e sabedoria.
Esta entrevista só confirma este meu sentimento.
(fonte: jornal "i")

25 outubro 2009

A Ler os outros...

É indiscutível a incapacidade de alguns em aceitarem a opinião e opção de muitos (maioria).
A intolerância é uma realidade cada vez mais preocupante, ao mesmo tempo que crescente.

Bom texto em A Casa dos Comuns, de João Pedro Dias.

10 outubro 2009

Prémio Nobel da Paz... mas que Paz?!

Declaração de princípios: respeito a América, reconheço o seu valor e a sua importância no contexto internacional, a sua potência (ou mesmo super-potência). Nunca gostei de Bush e acho que a América e o Mundo só ganhou com a eleição de Barack Obama.
Mas não sou, fanaticamente, pró-americano... acho que a América ainda precisa de "crescer" muito mais: falta-lhe democracia, humildade, reconhecimento do valor dos outros e que o Mundo não gira apenas à sua volta. Falta-lhe aceitar a pluralidade (apesar da diversidade): que país se afirma democrático e livre e não consegue aceitar e perceber que o "seu" presidente (representante máximo dessa democracia e liberdade) possa falar aos alunos do país que governa e dirige?! Se há local de fanatismos, extremismos, ignorância e visões medíocres... esse local é nos Estados Unidos da América.
À parte destes pequenos (grandes) pormenores, é evidente que, numa hipotética "invasão" (excluindo a espanhola) de Portugal, nada melhor para me defender do que ter um soldado americano à minha porta. Ponto!
Estava, por isso, preparado para expressar a minha surpresa e admiração pela atribuição do Nobel da Paz a Barack Obama... simplesmente porque não consigo encontrar (por mais que procure) justificação para tal... só pelas intenções?! É que falta muito por fazer. E de intenções está o inferno cheio. Afeganistão, Iraque, Palestina, a impunidade dos militares americanos, a forma de "estar" na ONU, na NATO, etc. E uma ano apenas de presidência americana é muito pouco para se tirar ilações. Será que a postura e as intenções de Barack serão possíveis de colocar em prática?! Para quem, internamente, tem dificuldade de impor políticas que marcaram a sua eleição (como o serviço de saúde), como poderá conseguir fazer face às pressões internas e externas em matéria de segurança e paz?! A ver vamos...
Por isso reitero, completa e totalmente, a "antecipação" de João Pedro Dias, na Caso dos Comuns: "Prémio Nobel da Paz para Barack Obama - ou como se desqualifica um prémio"