Embora goste bastante de ler, nunca fui um "apaixonado" pela poesia. A razão prende-se com questões de motivação e formação.
No entanto, entre algumas referências do meu real imaginário literário, há a memória de Sophia de Mello Breyner Andresen (6.11.1919 - 2.7.2004)
Entre poesia, contos, ensaios e artigos, recorda-se o seu primeiro trabalho "Poesia" - 1994 até ao seu derradeiro escrito (curiosamente) "Primeiro Livro de Poesia" - 1991.
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