No próximo dia 4 de Julho, a cidade (com o apoio da Junta de Freguesia da Glória e da CMA) promove uma homenagem ao Padre Arménio, no dia do seu aniversário, com a atribuição do seu nome a uma das ruas de Aveiro (entre a rotunda do centro de congressos e a Av. 5 de Outubro).
Sem no entanto deixar de recordar uma expressão sua que demonstra a simplicidade da grandeza do Padre Arménio: "É preciso muito pouco para fazer os outros felizes". Até Sempre!
Homenagem justa, desejada e sentida por muitos.
Nascido a 4 de Julho de 1933, o Pd. Arménio Alves da Costa Júnior faleceu a 15 de Fevereiro de 1997.
O Padre, Professor, Músico, Conselheiro e Amigo vai ser recordado pela cidade em que tanto trabalhou, no dia do seu aniversário. Mais que justa e merecida esta homenagem, esperada, desejada e sentida por muita, muita gente.
Sentimos ainda hoje, passados mais de nove anos sobre a sua morte, as reacções de quantos tinham privado com ele: “Não pode ser”.”Não pode ser verdade”. “Não podemos ter perdido o Amigo que ouviu tantos dos nossos desabafos, com quem partilhámos tantas alegrias e tristezas, com quem rezámos e contámos tantas vezes”.
“Não é possível que o seu passo miudinho, sempre apressado, deixe de atravessar a nossa cidade! Não é possível que o CUFC e a Universidade não voltem a sentir a força do seu saber e talento!” O Homem, o Padre, o Professor, o Músico, que mexeu com Aveiro e fez chorar de saudade e dor tanta e variada gente com a sua morte. Tinha-se dado inteiramente aos outros.
Inteligente e sensível, acolhedor, com o seu jeito e o seu sorriso e o acolhimento e disponibilidade permanentes, a todos cativava.
Os jovens depositavam nele toda a confiança, confidenciavam-lhe as suas dúvidas de fé e segredavam-lhe os “segredos” do seu coração, que tão bem sabia acolher e compreender; e transmitia-lhes a força da sua Fé e comunicava segurança. As crianças, que ao seu colo cantavam canções “estou louca por você” e muitas outras. Casais que lhe expunham os seus problemas e preocupações. Idosos que, no seu sorriso, encontravam a magia da Esperança e da Fé.
Por onde passou, deixou obra feita, mas a mais importante e maior de todas as obras foi a “marca” que deixou nas pessoas.Marcou toda uma geração, aqueles que hoje são a força nos mais variados campos de acção: cultural, económica, social, política e religiosa.
Amava as crianças e os jovens, a Música e o canto. Padre da cultura, da arte e do engenho. Padre da Fé e do Amor aos outros.
Tantos testemunhos de tantos amigos que, nos seus escritos, encheram durante tanto tempo as páginas dos Jornais de Aveiro, e não só. E os testemunhos de tantos que nunca foram publicados, de amigos que ficaram no silêncio das suas lágrimas e orações e que hoje recordam com a mesma emoção “aquele que continua entre nós”.
Já passaram nove anos sobre aquela tarde de sábado, dia 15 de Fevereiro de 1997. Parece que foi ainda ontem.
O Pd. Arménio vive no coração de muita da gente de Aveiro, que não esquece o seu nome.Justa a homenagem que lhe vai ser prestada e a Rua que perpetuará o seu nome.
Associamo-nos a ela com a nossa profunda gratidão e dizemos-lhe “até sempre, Pd. Arménio! Até sempre!”
Não conseguiria exprimir neste espaço tudo aquilo que, mesmo resumidamente, me vem à lembrança do Padre Arménio. Porque a vida sempre nos acompanhou desde que nasci até ao dia do meu casamento, em Dezembro de 1995.
A vida que me deixou as memórias, passado pouco mais de um ano.
Acompanhando, por razões pessoais e familiares, a preparação desta homenagem (tendo indicado a rua possível para a devida toponímica), respeitosa e saudosamente antecipo o acontecimento, com o texto dos meus pais, publicado na última edição do Correio do Vouga.
A vida que me deixou as memórias, passado pouco mais de um ano.
Acompanhando, por razões pessoais e familiares, a preparação desta homenagem (tendo indicado a rua possível para a devida toponímica), respeitosa e saudosamente antecipo o acontecimento, com o texto dos meus pais, publicado na última edição do Correio do Vouga.
Sem no entanto deixar de recordar uma expressão sua que demonstra a simplicidade da grandeza do Padre Arménio: "É preciso muito pouco para fazer os outros felizes". Até Sempre!
Homenagem justa, desejada e sentida por muitos.
Nascido a 4 de Julho de 1933, o Pd. Arménio Alves da Costa Júnior faleceu a 15 de Fevereiro de 1997.
O Padre, Professor, Músico, Conselheiro e Amigo vai ser recordado pela cidade em que tanto trabalhou, no dia do seu aniversário. Mais que justa e merecida esta homenagem, esperada, desejada e sentida por muita, muita gente.
Sentimos ainda hoje, passados mais de nove anos sobre a sua morte, as reacções de quantos tinham privado com ele: “Não pode ser”.”Não pode ser verdade”. “Não podemos ter perdido o Amigo que ouviu tantos dos nossos desabafos, com quem partilhámos tantas alegrias e tristezas, com quem rezámos e contámos tantas vezes”.
“Não é possível que o seu passo miudinho, sempre apressado, deixe de atravessar a nossa cidade! Não é possível que o CUFC e a Universidade não voltem a sentir a força do seu saber e talento!” O Homem, o Padre, o Professor, o Músico, que mexeu com Aveiro e fez chorar de saudade e dor tanta e variada gente com a sua morte. Tinha-se dado inteiramente aos outros.
Inteligente e sensível, acolhedor, com o seu jeito e o seu sorriso e o acolhimento e disponibilidade permanentes, a todos cativava.
Os jovens depositavam nele toda a confiança, confidenciavam-lhe as suas dúvidas de fé e segredavam-lhe os “segredos” do seu coração, que tão bem sabia acolher e compreender; e transmitia-lhes a força da sua Fé e comunicava segurança. As crianças, que ao seu colo cantavam canções “estou louca por você” e muitas outras. Casais que lhe expunham os seus problemas e preocupações. Idosos que, no seu sorriso, encontravam a magia da Esperança e da Fé.
Por onde passou, deixou obra feita, mas a mais importante e maior de todas as obras foi a “marca” que deixou nas pessoas.Marcou toda uma geração, aqueles que hoje são a força nos mais variados campos de acção: cultural, económica, social, política e religiosa.
Amava as crianças e os jovens, a Música e o canto. Padre da cultura, da arte e do engenho. Padre da Fé e do Amor aos outros.
Tantos testemunhos de tantos amigos que, nos seus escritos, encheram durante tanto tempo as páginas dos Jornais de Aveiro, e não só. E os testemunhos de tantos que nunca foram publicados, de amigos que ficaram no silêncio das suas lágrimas e orações e que hoje recordam com a mesma emoção “aquele que continua entre nós”.
Já passaram nove anos sobre aquela tarde de sábado, dia 15 de Fevereiro de 1997. Parece que foi ainda ontem.
O Pd. Arménio vive no coração de muita da gente de Aveiro, que não esquece o seu nome.Justa a homenagem que lhe vai ser prestada e a Rua que perpetuará o seu nome.
Associamo-nos a ela com a nossa profunda gratidão e dizemos-lhe “até sempre, Pd. Arménio! Até sempre!”
Maria Idalina e Manuel Araújo
3 comentários:
Caro amigo,
estarás linkado ainda hoje.
Forte abraço,
Kafé.
Foi uma merecida homenagem.
Tive a honra de enquantro presidente da A F da Glória ouvir a tua mãe emocionada falar do Sr Padre Arménio que também marcou indelevelmente a minha juventude
António Granjeia
Obrigado Granjeia pelo teu tetemunho.
Um abraço
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