“Debaixo dos Arcos” foi, e ainda é, o primeiro blogue não virtual de Aveiro. Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada": o centro do mundo...
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18 outubro 2011

É por estas e por outras...

Por isso é que me parece cada vez mais consistente a necessidade de uma austeridade (mesmo que com outras medidas) que coloque as contas públicas na ordem e desenvolva a economia nacional.
E a razão é simples... embora para muitos a memória seja, cada vez mais, selectiva e tenda a esquecer rapidamente cada passado mais recente!

Como é que um país pode ser tão displicente e negligente com o bem público, com a ética, com a moral e com o profissionalismo?
Como é que alguém ainda pode defender o indefensável, por exemplo o Serviço Nacional de Saúde?!

Três factos mais que preocupantes, merecedores de profundo repúdio e indignação:



(fonte: Diário de Notícias online) 

13 junho 2011

Lista de Tarefas...

Consulta Médica após sintoma das vertigens e tonturas... Check! (agora mesmo)
Análises (paletas e resmas)... Amanhã!
Redução da quantidade de cafeína... até vai doer! (vou trepar paredes).
Medicação (digestão)... Check!
Consulta da "sentença"... dia 27 de Julho!

Pior notícia... DIETA! (ainda estive para perguntar se antes ou depois das refeições, mas contive-me... pfffff)

Vertigens! Após uns exercícios... decisão: "bebe menos" (é o que dá o médico conhecer-nos desde jovens)... resposta minha: "mas Dr. P******, eu não bebi"... devolução da resposta: "bebe ainda menos". OK!

19 janeiro 2011

REGRESSO...

A vida prega-nos partidas... muitas partidas. Umas boas, outras nem por isso!
Desde o dia 14... Infelizmente e pelas piores razões (e um enorme susto), estive aqui (na UCIGE - Unidade de Cuidados Intensivos de Gastroentreologia). Uma grande equipa (clínica e de enfermagem - Obrigado!)

Regressado a casa... com repouso mas com muita vontade de Regressar aqui, no twitter e no facebook.
A todos os que telefonaram, perguntaram, se preocuparam, escreveram... MUITO OBRIGADO.
É imensooooo ter tantos amigos (e bons).

11 outubro 2010

Repórter TVI - O Céu Visto da Terra

Uma reportagem de Ana Leal. Um excelente reportagem... (aguarda-se por disponibilidade do vídeo).
Já imaginou se, de um dia para o outro, ficasse a saber que tem uma doença terminal e que essa mesma doença lhe iria provocar sofrimento até ao fim?
Em Portugal, a eutanásia e o suicídio assistido são proibidos e, por isso, são considerados crime de homicídio. O debate impõe-se numa altura em que se sabe que 39% dos médicos oncologistas defendem a legalização da eutanásia. É um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto que associa o facto à ineficácia dos cuidados paliativos em Portugal.
Morrer com dignidade é ainda uma miragem. Morre-se sozinho, longe de casa. Outros ficam à espera de uma vaga numa das 20 unidades de internamento de cuidados paliativos. Seriam necessárias pelo menos 100.
Para os que podem pagar, a alternativa é morrer em países como a Suíça, onde o suicídio assistido é permitido. Sabe-se que há já, pelo menos, sete portugueses inscritos na associação "Dignitas", uma associação Suíça que pratica o suicídio assistido com cidadãos estrangeiros.
"O Céu Visto da Terra" traz-nos depoimentos lúcidos, corajosos de quem quer apenas morrer com dignidade. Uma reportagem da jornalista Ana Leal, com imagem de Júlio Barulho e montagem de Pedro Cordeiro, emitida neste dia 11 de Outubro, em Repórter TVI. (fonte: TVI on-line)

06 outubro 2009

Algo fora do contexto!

Deixando, de momento, a política de parte... mesmo a 5 dias da hora H autárquica.

Já tinha referido que a questão da Gripe A (H1N1) tem contornos de alarmismo exagerado, de mediatismo excessivo. Algo, aliás à qual a Comunicação Social não tem sido alheia.

A melhor forma de sustentar esta argumentação é ler a opinião da Ordem dos Médicos Espanhola e a Ordem dos Médicos Portugueses.

A questão da Gripe A tem uma vantagem... levar os cidadãos a terem melhores cuidados de higiene. Algo que deveria acontecer sempre e em qualquer ocasião.

11 agosto 2009

A Dita da Gripe!

Ninguém, no seu perfeito juízo, quererá menosprezar a Gripe A. Não pela gravidade em si, mas pelo facto de não existir imunidade a este novo vírus (regista-se que uma gripe sazonal provoca mais vitimas).
As medidas de informação e prevenção deveriam ser repetidas em diversos momentos. Os cuidados apresentados (lavara as mãos, o uso dos lenços, etc) deverias ser repetidos e divulgados noutras circunstâncias... por uma questão de saúde pública.
No entanto, a gravidade está na falta de imunidade das populações e da semelhança com os sintomas de outros tipos de gripe.
Acresce o problema de expansão e de problemas de resposta ao nível das instituições de saúde.
Por outro lado, ainda não consegui perceber a lógica dos dados divulgados pela Comunicação Social. A forma como divulgam os casos é, meramente, alarmante. Porque não informam correctamente.
Não é correcto dizer que "mais 76 pessoas infectadas em Portugal, sobe para 683 número total de casos" (vários órgãos de CS). Porque se é verdade que se registaram 683 casos de gripe A desde Maio, a verdade é que não são esses os casos existentes, à data - o número real. A maioria (quase totalidade) está curada, tiveram poucos dias de tratamento e os casos muito graves sãoapenas dois (os doentes internados no S. João - Porto).
Se a informação se centrasse mais na prevenção, na divulgação dos cuidados necessários, no "não" alarmismo, talvez esta "estupidez colectiva" fosse desnecessária. (TSF - TSF - JN)

08 julho 2009

30 anos de saúde...

1979 - 2009.
O Serviço Nacional de Saúde, comemora este ano (com data de referência para 15 de Setembro, segundo a Ministra da Saúde - bem perto das eleições, só por coincidência) o seu trigésimo aniversário.
Fundado ou criado por um socialista, é curioso que é num "reinado" socialista que se assiste à sua degradação e descaracterização.

01 março 2009

Revitalizações...

Não "Vitalizações"... essas pertencem ao PS para a Europa.
São mesmo revitalizações, de voltar a vigorar e dinamizar.
Aveiro pretende voltar a ser a capital da bicicleta como factor de mobilidade saudável e sustentada.
LifeCyle - Aveiro, projecto europeu de mobilidade saudável com recurso à bicicleta, no quotidiano dos cidadãos.

14 dezembro 2008

De mal a pior!

Já cairam de uma maca.
Já se faleceu por razões "estranhas" e pouco cuidadas.
E agora ISTO.

O que mais falta acontecer no Hospital de Aveiro?!

19 março 2008

Ditados políticos...

Líder do PSD fala em ausência de política de saúde. Luís Filipe Menezes: "Depois de ministro a mais, temos agora ministra a menos". 17.03.2008 - Lusa

Mesmo que não se goste das reformas aplicadas na saúde, temos demagogia pura no líder da oposição. Em vez de propostas alternativas, temos deduções populares: "preso por ter e por não ter".

11 fevereiro 2008

Entrada de Leão...

Não... não é futebol.
O Presidente do INEM foi demitido.
A entrada em cena da nova ministra da saúde já fez as suas baixas.
Conforme pode ser constatado Aqui - Aqui e Aqui.
Que consequências?
Que responsabilidades tem o INEM na reforma da Saúde?
Porque é que o INEM tem que pagar uma factura que não é a sua?
Paga o Justo (o presidente do INEM) pelo Pecador (a política desastrosa do Min. Saúde).
Mais grave...
Lamenta-se o timing, precisamente em plena reforma do sistema nacional de saúde (errado ou não).

30 janeiro 2008

Reciclagem Ministerial

O Governo foi reciclado. José Sócrates resolveu aceitar (impor) a demissão do Ministro da Saúde e da Ministra da Cultura.
Se a cultura ainda é, em Portugal, um caso de elite e algo que pertence a círculos restritos, a saúde já é algo que diz respeito a todos, seja qual for o ponto cardinal, a idade, o sexo, a religião e a profissão.
Mas desenganemo-nos…
Há duas questões que são relevantes.
Facto 1: a política da reforma a saúde não é coerente, nem beneficia as populações (ou pelo menos uma grande parte dela).
Facto 2: O Ministro Correia de Campos apresentou a sua demissão.
Facto 3: O governo foi remodelado.
A pouco mais de um ano das eleições faz algum sentido?
Ou melhor… Faz algum sentido remodelar qualquer governo?
Das duas três…
Ou o ministro era o verdadeiro protagonista da política adoptada, que deveria ser do governo e não pessoal (o que enfraquece o Primeiro-Ministro), ou o Ministro tornou-se vítima da falta de coragem do Primeiro-Ministro que não assumiu a sua responsabilidade governativa. Ninguém pode conceber que o Primeiro-Ministro não seja o responsável por determinar as políticas dos vários ministérios.
Mas a verdadeira conclusão que se pode tirar de uma remodelação é a de que o governo estava fragilizado. Aliás é essa a conclusão que podemos tirar das palavras do Vice-Presidente da bancada parlamentar socialista Vitalino Canas: o governo sai reforçado. Ou seja, o governo não estava fortalecido (estava fragilizado) e reforçou-se com a remodelação. Do género, retirar da cesta a fruta tocada ou podre.
E desenganemo-nos igualmente se alguém pense que, a tão pouco tempo das eleições, a política da saúde vai mudar. Quanto muito a nova ministra irá empatar e tentar arrefecer os ânimos até 2009.

25 janeiro 2008

À Nossa Saúde!

Publicado na edição de ontem (24.01.08) do Diário de Aveiro.

Crónicas dos Arcos
À nossa saúde!


Facto: a adversidade bateu à porta de uma família de Anadia, originada pelo falecimento de um bebé de apenas dois meses.
Aqui deveria terminar esta crónica. Nada justifica que se faça aproveitamento da infelicidade dos outros para justificar as nossas posições e convicções.
Ou melhor. Nada… a não ser o desespero, a insegurança, a revolta!
Não sei se, em alguma circunstância, alguém poderá afirmar que a vida daquele bebé poderia ser mantida se a urgência do Hospital de Anadia não tivesse sido encerrada. Mas também não é tolerável querer-se condicionar a legitimidade de sustentar a dúvida do contrário. Até porque, pasme-se, o bebé foi assistido às portas do Hospital de Anadia, perante uma plateia de “curiosos” no exterior e de pessoal do sector da saúde “colado” às janelas, observando de forma impotente ao esforço inglório dos colegas dentro da ambulância.
E isto não é uma questão de aproveitamento político. É uma contestação de factos.
Hoje, em Portugal, nasce-se e morre-se à beira de uma estrada, no interior de uma ambulância.
Esta é a imagem de insegurança e de perda de qualidade de vida que as populações vão sentindo, cada vez mais. Ou pelo menos uma grande parte delas.
Até por uma questão de justiça e equidade.
Não se pode pedir a um cidadão do interior desertificado e desestruturado que se sinta tão português como alguém dos grandes centros urbanos, para as quais basta percorrer meia dúzia de quarteirões para ter acesso a todo e qualquer cuidado de saúde.
O resto do país é paisagem… pelo menos aquela que ainda vale a pena contemplar.
Na saúde, as pessoas (ao contrário de um dos grandes lemas da campanha eleitoral do actual governo) são meros dados estatísticos, são números. No ensino o reflexo é idêntico. Na relação estado - cidadão, idem “aspas, aspas”.
Este também é um aproveitamento político. Deste modo, pelo lado governamental. O não assumir responsabilidades, o não saber reconhecer os erros estratégicos e políticos que sustentam reformas sem estruturação eficiente, apenas assentes numa lógica estatística e economicista.

Para continuar a ler AQUI.

20 janeiro 2008

Oportunismos...

blá blá blá blá...

Em qualquer página de um jornal, num qualquer programa de rádio ou num espaço televisivo da programção dos diversos canais, há a referência ao falecimento do bébé de 2 meses em Anadia.
Acusa o Governo, mais concretamente o Primeiro-Ministro, de estarem a fazer aproveitamento político da tragédia que se abateu sobre aquela família.
Mas a pergunta impõe-se: aproveitamento de quem? Dos cidadãos preocupados com a sua saúde, da oposição por cumprir o seu papel de contra-poder e alertar para uma política da saúde que coloque o país em "coma"? Ou o aproveitamento político do governo, para não querer enfrentar os factos e fugir às responsabilidades?

Mais, na próxima 5ª feira, no Diário de Aveiro. Se a saúde mo permitir, claro...

02 janeiro 2008

O Descaramento Politico.

A falta de dignidade política e de argumentos válidos que sustentem uma guerra aberta ao bem-estar e saúde das populações, nomeadamente as do interior (cada vez mais pobre e isolado), leva a um dualismo de critérios do Ministro da Saúde que revelam bem o estado caótico do seu ministério.
As populações reclamam (maioriatriamente com razão plena) e os seus gritos são considerados injustos e infundamentados.
O Sr. Presidente da República, politicamente correcto, alerta para os mesmo problemas e o Sr. Ministro (qual lambe-botas) subscreve as suas preocupações.
Enfim... nem sempre o que temos é o que merecemos. Mas nada a fazer (por enquanto).

27 dezembro 2007

Pode FUMAR!

A partir do dia 1 de Janeiro de 2008, pode-se fumar neste Blogue.
Contra uma Lei controversa e discriminatória.
Pelo direito à opção individual e ao respeito de todos.

23 dezembro 2007

Preso por ter ...

Os portugueses são, de facto, um povo mergulhado num mar de contradições, sustentado num dos provérbios mais popular: “preso por ter … e preso por não ter …”.
Se até há bem pouco tempo nos indignávamos pela falta de higiene e segurança de tantos restaurantes, agora apontamos o dedo ao “excesso de zelo” de quem cuida da nossa saúde (ASAE).
Se há bem pouco tempo éramos, pura e simplesmente, burlados através de publicidade enganosa, contrafacção de produtos, adulteração de equipamentos e nem conseguíamos reclamar, agora que existe quem faça por nós tal trabalho, mesmo sem pedirmos, achamos que dão cabo da economia, do sustento de muitos (mesmo que à custa da fuga ao fisco e dos nossos impostos).
Somos claramente um país de ingratos.
Há algum tempo atrás, ninguém sabia a quem recorrer e onde o fazer para reclamar o que tinha por direito. Agora insurgimo-nos com aqueles que, escrupulosamente e ao abrigo da lei, apenas se limitam a defender os direitos comerciais e de saúde pública dos cidadãos. Mesmo sem pedirmos ou nos queixarmos…

08 julho 2007

Um caso de saúde pública.

Se o Sr. Ministro da Saúde (Correia Campos) estivesse a ser avaliado numa tese de mestrado ou doutoramento, concerteza que com um relatório final destes teria chumbado redondamente.
Infelizmente para mal da nossa saúde, o Sr. Ministro é quem decide (na maioria dos casos pessimamente mal) e o mais certo é começarem a rolar cabeças e a dar-se início a mais uma "dança de cadeiras" no Observatório Português dos Sistemas de Saúde (OPSS).

25 junho 2007

Pela sua saúde... não adoeça!

O estado de sítio da saúde portuguesa já dava que falar, mas como se isso não bastasse poderá ficar ainda mais cara para os portugueses.
Um relatório encomendado pelo Governo (e disponível num blog do site da TVI) avança várias propostas para o Sistema Nacional de Saúde, como por exemplo, a redução do número de isentos de taxa moderadora, a subida do valor das taxas e a criação de um novo imposto.
Segundo o estudo encomendado pelo Governo, cerca de 55 por cento da população está isenta do pagamento das taxas moderadoras. Face a estes valores é recomendado que apenas sejam abrangidas pela isenção pessoas com dificuldades financeiras e quem necessite de cuidados médicos continuados.
Como se 55 por cento da população não fosse um valor representativo da tal franja de cidadãos com dificuldades financeiras, face à realidade económica nacional.
Além disso, o estudo recomenda ainda uma redução da dedução fiscal no IRS das despesas com a saúde, dos actuais 30 para apenas 10 por cento. É ainda equacionada a criação de um imposto para a saúde, dependente dos rendimentos do utente.
Mas este estudo tem ainda a sua “cereja em cima do bolo”.
Assim, os doentes que fizerem um «uso excessivo» de consultas sem justificação clínica, nos serviços públicos de saúde, devem pagar mais, bem como a compartição pelo SNS das consultas de um utente, que não seja doente crónico ou não tenha de realizar tratamentos prolongados, deveria limitar-se a três por semestre.
Aliás parece-me óbvio que, excluindo os casos patológicos, qualquer cidadão desta república das bananas (mesmo sem bananeiras) tenha o prazer de necessitar de cuidados médicos, sempre que o tédio lhe assolar a alma.
Para o Ministério da Saúde e para o brilhantismo do Sr. Ministro Correia dos Santos, os cidadãos deste país são viciados numa matiné qualquer hospitalar, como o são com o tabaco, o café ou o álcool.
Portanto… taxe-se!
Pela nossa saúde.

21 junho 2007

Iberismos!

Oh Elvas. Oh Elvas... Badajoz à vista!
Segundo o Público on-line do dia 19.06.07, após o encerramento da maternidade de Elvas, em Junho do ano passado, durante este primeiro ano, registaram-se 260 mulheres portuguesas que deram à luz na maternidade espanhola de Badajoz.
Contributo eficiente para uma mais forte ligação à vizinha Espanha, fazendo prever (que mais não seja por razões afectivas) uma maior expressão percentual num próximo inquérito referente a uma mais que previsível "invasão" espanhola (no último 43% dos portugueses afirmou não ter qualquer complexo em ter nacionalidade espanhola - a bem da verdade... eu também não).
Segundo a referida notícia a maternidade materno-infantil de Badajoz realizou, neste período de um ano, 796 consultas a portuguesas, recebendo 454 mulheres grávidas com problemas durante a gestação.
Oh Elvas. Oh Elvas... Badajoz à vista e Évora e Portalegre cada vez mais longe.
Ainda vamos ver içar a bandeira espanhola naquela localidade e termos mais um dossier tipo "Olivença" para gáudio dos historiadores.