“Debaixo dos Arcos” foi, e ainda é, o primeiro blogue não virtual de Aveiro. Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada": o centro do mundo...
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01 janeiro 2012

1 de Janeiro...

Enquanto a grande maioria das pessoas ainda comemora ou sente os efeitos da Passagem do Ano, hoje há quem celebre o Dia Mundial da Paz.

Esta tradição (que remonta a 1 de Janeiro de 1968) de dedicar à Paz o dia 1 de Janeiro, o primeiro dia de cada novo ano, não deve ser qualificada como exclusivamente religiosa.
É, antes de mais, uma oportunidade para a promoção e a defesa deste bem fundamental e universal que é a Paz.

Que a PAZ esteja connosco...

15 novembro 2009

Uma boa medida de Pacificação...

Palestinianos querem proclamar Estado com apoio da ONU, de forma unilateral, face aos impasses negociais com Israel. (fonte: Expresso on-line)

Acho que seria uma excelente medida pacificadora, tendo como suporte a legitimidade da ONU.

07 novembro 2009

Dever cívico!

Mesmo com a ameaça da chuva (felizmente apenas ameaça), foi cumprido o dever cívico de manifestar o direito de qualquer cidadão a viver em paz e em liberdade.
Pela necessidade urgente de se criar uma consciência colectiva a favor da Paz e da Não-Violência.
Simultaneamente, o cumprimento do desafio de marchar pela paz junto da filhota, de colegas, Pais, alunos, docentes e não-docentes da Cooperativa de Ensino Santa Joana.

Pela Paz e pela Não-Violência... Uma ponte para o futuro!

(www.marchamundialpt.org)
(www.theworldmarch.org)
(info.marchamundial@gmail.com)

04 novembro 2009

Pela Paz... com a filhota!

No próximo Sábado, dia 7 de Novembro, pelas 15:00, a Maratona Mundial pela Paz e a Não-Violência passará por Aveiro.
Trata-se de uma iniciativa com origem na Nova Zelândia e que terminará, em 02.01.2010, na Cordilheira dos Andes (Argentina).
Objectivo: despertar uma nova consciência mundial a favor de uma cultura de não-violência, o fim de todo o tipo de agressões e guerras, bem como o combate à proliferação de armas.

Aceitando o convite endereçado pela escola da filhota, Sábado lá estarei na marcha entre a Estação e o Rossio.
Só espero que não chova....

10 outubro 2009

Prémio Nobel da Paz... mas que Paz?!

Declaração de princípios: respeito a América, reconheço o seu valor e a sua importância no contexto internacional, a sua potência (ou mesmo super-potência). Nunca gostei de Bush e acho que a América e o Mundo só ganhou com a eleição de Barack Obama.
Mas não sou, fanaticamente, pró-americano... acho que a América ainda precisa de "crescer" muito mais: falta-lhe democracia, humildade, reconhecimento do valor dos outros e que o Mundo não gira apenas à sua volta. Falta-lhe aceitar a pluralidade (apesar da diversidade): que país se afirma democrático e livre e não consegue aceitar e perceber que o "seu" presidente (representante máximo dessa democracia e liberdade) possa falar aos alunos do país que governa e dirige?! Se há local de fanatismos, extremismos, ignorância e visões medíocres... esse local é nos Estados Unidos da América.
À parte destes pequenos (grandes) pormenores, é evidente que, numa hipotética "invasão" (excluindo a espanhola) de Portugal, nada melhor para me defender do que ter um soldado americano à minha porta. Ponto!
Estava, por isso, preparado para expressar a minha surpresa e admiração pela atribuição do Nobel da Paz a Barack Obama... simplesmente porque não consigo encontrar (por mais que procure) justificação para tal... só pelas intenções?! É que falta muito por fazer. E de intenções está o inferno cheio. Afeganistão, Iraque, Palestina, a impunidade dos militares americanos, a forma de "estar" na ONU, na NATO, etc. E uma ano apenas de presidência americana é muito pouco para se tirar ilações. Será que a postura e as intenções de Barack serão possíveis de colocar em prática?! Para quem, internamente, tem dificuldade de impor políticas que marcaram a sua eleição (como o serviço de saúde), como poderá conseguir fazer face às pressões internas e externas em matéria de segurança e paz?! A ver vamos...
Por isso reitero, completa e totalmente, a "antecipação" de João Pedro Dias, na Caso dos Comuns: "Prémio Nobel da Paz para Barack Obama - ou como se desqualifica um prémio"