“Debaixo dos Arcos” foi, e ainda é, o primeiro blogue não virtual de Aveiro. Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada": o centro do mundo...
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04 setembro 2011

Lá vem a demagogia...

E normalmente quando vem é para se situar bem distante da realidade!
O coordenador do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, para além de tecer críticas à acção recente e às medidas previstas para implementação futura, por parte do Governo, afirmou, hoje, num comício em Pevidém - Guimarães, que Portugal, neste momento, precisa é de "um novo 25 de Abril, na economia, onde ele ainda faltou, para proteger o que é de todos" (fonte: Público online)

Pensei que tinha sido esta a verdadeira argumentação e fundamentação usadas por Louçã quando apresentou, ainda este ano, a moção de censura ao governo de José Sócrates e esteve ao lado da "direita" na queda dos socialistas.

Mas se Louçã quer, de facto, um novo 25 de Abril, lá teremos nós de passar por um novo "Verão Quente de 75" e por um novo 25 de Novembro!

17 abril 2010

Sócrates vs Louçã

Tenho que reconhecer (e nada de começarem já a chover comentários politicamente incorrectos), neste caso particular, que Louçã tem razão.

De facto José Sócrates está mais "soft", menos acutilante e menos agressivo... (na opinião do Coordenador do Bloco de Esquerda, José Sócrates "está mais manso"). É do desgaste governativo e do horizonte financeiro nos poder colocar ao lado da Grécia (ou seja, o fim...).

E digo que acho o Primeiro-ministro mais "soft", precisamente pela resposta que este deu a Louçã: "manso é a tua tia, pá".

Ora bem... quem é cagaréu de gema, aveirense de todos os costados (e mais alguns), ou mesmo, quem abraçou esta cidade de corpo e lama, sabe muito bem que, em AVEIRO, quem é "manso é corn**".

Muito soft que está José Sócrates...

Ou seja, o Parlamento continua um palco de virtudes (e vicissitudes, também)...
Mas, ainda, concordando com Francisco Louçã: o país continua... mal, mas continua.