“Debaixo dos Arcos” foi, e ainda é, o primeiro blogue não virtual de Aveiro. Espaço de encontro, “tertúlia” espontânea, “diz-que-disse”, fofoquice pegada, críticas e louvores, ..., é uma zona nobre da cidade, marcada pela história e pelo tempo, onde as pessoas se encontram e conversam sobre "tudo e nada": o centro do mundo...
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22 agosto 2006

Enganado...

Segundo os dados estatísticos nacionais, somos pouco mais de 10 milhões de portugueses.
Segundo os dados estatísticos do clube da Luz (valem o que valem e são, obviamente, bairristas), os benfiquistas são cerca de 6 milhões.
Segundo a minha velha matemática sobram 4 milhões de ilustres portugueses.
O treinador do Àustria de Viena, afirmou ontem, de forma categorica, que a sua equipa vinha ao estádio da luz fazer uma surpresa.
Antigamente, a palavra de um homem era palavra de honra.
Há 4 milhões de portugueses que estão desiludidos com a falta de carácter que existe nos dias de hoje.
Palavra de honra.

09 agosto 2006

Vai uma aposta?!

No seguimento do Post anterior, atrevo-me a fazer aqui total, completa e desinibida futurologia.
Depois de tanta tomada de posição a favor, protecção e elogio, aquando da polémica do passado Euro Sub 21, nada me espantaria de ver no comando técnico azul e branco o Prof. Agostinho Oliveira.
Medo... muito medo!
Como costumo dizer: não acredito em bruxas, mas que ele as há, "àzias"!

Deja Vu.

Verão escaldante a Norte, mais propriamente na dita cidade invicta.
Como por algumas vezes aqui expressei publicamente, sou e sempre fui um adepto inquestionável do Treinador Co Adriaanse. Pela sua capacidade técnica, disciplina e pela sua filosofia de jogo e de treino.
Entusiasticamente, pensava que a estruturação e planeamento desta nova época, tinha sido cuidadosa e meticulosamente preparada. Principalmente do reforço da equipa técnica, com a inovação de um responsável específico para o apuramento das capacidades técnicas e fundamentos ods jogadores.
De repente... tudo por água abaixo.
E o mais preocupante é que já vi este mesmo filme, há dois anos. Só que em língua italiana.
Mesmo antes de começar, o Porto já perdeu este campeonato.
Infelizmente.

16 julho 2006

Um mergulho no mar...

Para além de parte de uma música dos Xutos e Pontapés, é o reflexo do actual estado do país.
Portugal foi para banhos.

Resta-nos a novela luso-brasileira: Super Mário atrasou-se e falha viagem de Moliceiro com entrada directa no estádio de aveiro.
Entre o ser e o não ser, o vir e o não vir, esta reabilitação desportiva e social do Sport Clube Beira Mar, começa mal.
A ver vamos se não termina pior.

11 julho 2006

Auri-Negro acizentado....

Este é, claramente, um início de época atribulado para a Direcção do Beira Mar e para o próprio Clube.
É a dívida reclamada à Câmara.
É a polémica com o ex-presidente da direcção do Beira Mar.
É o relacionamento com a EMA.
É um plantel construído sem nomes sonantes e créditos reconhecidos.
Desculpem... lapso.
Há um nome: Mário Jardel.
E as àguas agitaram-se na Ria.
Expressão curiosa é o título que Jorge Ferreira utilizou para o seu post sobre o tema em Só Aveiro. Soberbo!
Mas também inteligente é a abordagem, extremamente interessante, de Júlio Almeida no Já Agora.
A ler obrigatoriamente. Com as devidas vénias.

Apanhar as canas!

Inicia-se o processo de "arrefecimento" colectivo da euforia mundialista, na qual tive a opção consciente de me incluir.
O percurso da selecção nacional foi brilhante. Foi notório o esforço demonstrado para ir o mais longe possível e, convictamente, não o fomos porque não pudemos e houve quem não nos deixasse.
A capacidade de motivar um país (ou quase, porque há sempre os "velhos do restelo"), de criar uma esperança (que muitos quiseram transformar em mera ilusão), fez muitos dos adeptos, mais ou menos ferverosos, proferirem publicamente o seu obrigado à selecção portuguesa de futebol. Eu incluído.
Mas e agora?! Na altura de apanhar as canas, como nos sentimos?!
Depois de ouvir, atentamente, as notícias publicadas hoje e após ler os "ilustres companheiros" Carlos Martins, Praça do Peixe, José Mostardinha, Amor e Ócio, nada faria prever que a decepção fosse uma realidade, por me sentir enganado na minha convicação e dedicação.
Aproveitando a giria futebolística: foi um autêntico balde de água fria.
Compreende o senso comum de qualquer normal e anónimo cidadão que a presença e o envergar a camisola da selecção nacional seria, por si só, motivo de um orgulho e honra indescritível. Aliás essa é uma referência usual no discurso (por estes motivos, cada vez menos credível) dos jogadores seleccionados.
Que existam contrapartidas financeiras por tal presença, que, em inúmeros casos, só esse simples facto valoriza a carreira profissional de um atleta, é por si só polémico, embora, do meu ponto de vista, aceitável.
Mas o baile pára aqui.
É aceitável dentro de valores realistas e consistentes com a realidade do país.
Mais do que isso é "crime"!
Isentar esses valores (altíssimos) de uma contribuição que ao mais humilde dos trabalhadores deste país, que com o suor e esforço do dia-a-dia contribuem igualmente para o desenvolvimento colectivo nacional, é-lhe obrigatoriamente devido, é de uma profunda incoerência, injustiça, irracionalidade política e social. É um previlégio que, independetemente do mérito conquistado para o país (por isso já pago), não tem qualquer fundamenteo.
Nem mesmo legal...
Porque não é de todo verdade que a legislação a isso o permita. Porque a fundamentação legal para tal facto resulta na isenção fiscal para atletas não amadores.
E mesmo aqui, são maiores as dúvidas morais que se colocam, do que as certezas.
E apesar das notícias vindas a público, como na Visão On-line, ver para crer.
Mas o país voltou à realidade terrena.

09 julho 2006

Repetível... pois claro!

Não consigo ser indiferente.
Nem sequer consigo ser racionalmente crítico, encontrar razões suficientes válidas para, à boa maneira lusa, criticar e dizer, por tudo e por nada, mal.
Não consigo... foi bom de mais!
Conseguimos mais do que, racionalmente, estaríamos à espera.
E, mesmo apaixonadamente e com as ideias "fora do lugar", nada me repugna gritar bem alto, que não fomos mais longe porque, desde muito cedo, nos quiseram "empurrar" para fora.
No fim apenas me apraz dizer OBRIGADO SELECÇÃO. PORTUGAL SÓ TEM QUE VOS AGRACEDER!
Obrigado Capitão! Pelo regresso, pelo comando, pela mestria!
Obrigado "Furacão"! Pelos golos, pelo esforço, pela lição histórica de lembrar que Portugal e os portugueses não têm medo de ninguém, nem de nada!

05 julho 2006

O FIM

Terminou o sonho de muitos e muitos portugueses.
Terminou o meu sonho!
Mas terminou com dignidade, com brio, de cabeça levantada.
Dever cumprido. Mesmo contra tudo e todos. E mais alguma coisa de bastidores.
Mas sem desculpas e bodes expiatórios.
Fomos grandes.
Aos JOGADORES, aos TREINADORES... OBRIGADO!
VIVA PORTUGAL!
Voltamos ao mundo real

01 julho 2006

Arrepios

Arrepios por ver uma "vulgar" selecção brasileira, neste mundial.


Arrepios por recordar a "invasão de napoleão". Agora que a velha aliança saiu beliscada.

O povo saiu à rua!


Pequeninos.
Pobres.
No extremo (geográfico e económico) desta velha europa.
Mas grandes nas conquistas. Históricos no sofrimento.
Mesmo contra a "velha aliança".
 
England go home.... com fair play português.
Principalmente a imprensa inglesa que meta o rabinho entre as pernas.

PORTUGAL É GRANDE.
PORTUGAL OLÉ! PORTUGAL OLÉ! PORTUGAL OLÉ!

25 junho 2006

GRANDE! (actualizado)

Somos um país pequeno, mas somos MUITO GRANDES!
Contra todos os Adamastores... e muitos "pachecos pereiras"!
VIVA PORTUGAL!
 
Ver Aqui a melhor frase do dia relacionada com o jogo.

The Nuremberg Case

Qualquer actividade ou acção que se planeie, deve ser bem fundamentada com objectivos estratégicamente delineados.
1º Objectivo: apuramento para o Mundial - cumprido.
2º Objectivo: passagem à segunda fase - cumprido.
3º Objectivo: face ao ranking português na FIFA, passagem aos quartos de final - A VER VAMOS!
A hora da verdade. Hoje em Nuremberg frente à Holanda.
A hora em que, tradicionalmente, vem o melhor de ser português à flor da pele.
Se ganharmos Scolari e os Jogadores são bestiais... se perderem passam a bestas e muitos, evm advogar, que já era previsível, que já tinham previsto e que tinham razão. À boa maneira portuguesa.
Por mim, já valeu a pena este mundial.
Espero que as Quinas consigam ir muito longe.
Às 21 na Alemanha. Às 20:00 horas em muitos corações lusos neste rectângulo à beira mar plantado.
Força Portugal !

23 junho 2006

Bandeirismo...

Recentemente foi polemicamente instaurada a guerra à bandeira publicitária.
Constitucionalmente, a bandeira nacional (adoptada pela implementação a República a 5 de Outubro em 1910) é um dos símbolos – a par do hino, representativos da soberania nacional.
Mas este facto, em si, que significado tem?!
Entre 1974 e 2004, que impacto e significado teve a bandeira portuguesa no sentimento nacional e patriotismo dos portugueses?!
Para além de “enfeitar” edifícios públicos, o Palácio de Belém, a Assembleia da República e a frente do carro presidencial, que simbologia e referência é para cada um dos portugueses?!
Goste-se ou não, o futebol e, concretamente, o Euro 2004 restituiriam uma forte ligação emotiva e simbólica com a bandeira nacional o patriotismo e a essência do colectivismo.
Se assim foi, se isso representou um reencontro dos portugueses com os seus símbolos e o seu colectivismo nacional, porquê tornar a criar um distanciamento absurdo entre o “sagrado simbolismo” e o povo por ele representado?!
Se, por exemplo através do desporto, se consegue criar esta empatia entre o ser-se português e a vontade de o exprimir através do hino e da bandeira, que constrangimento patriótico poderá existir se a bandeira tem ou não publicidade?!
Torna-a menos portuguesa?! Denegride o país?! É ofensivo?!
As referências expressas não são nacionais?!
Porque é que será menos digno a divulgação de um produto ou marca portuguesas através da bandeira nacional e não o é a colectânea de assinaturas dos jogadores de futebol no mesmo símbolo?!
A expressividade patriótica não deveria ser “retida” e “amordaçada” por um constitucionalismo desenraizada do sentimento das pessoas.
Ser português também é isto: ser livre na expressão emotiva dos seus símbolos.

Actualização (comentário tornado mais visível em jeito de esclarecimento)

Caro Amigos
Permitam-me uma pequena reflexão para esclarecimento. Não sou contra a publicidade na bandeira, como também não sou a favor.
Neste caso a minha posição é claramente um Nim, ou, nem sim nem não, antes pelo contrário. Se a bandeira tem num canto inferior o nome de um jornal, de um hipermercado ou supermercado do bairro, ou se diz "Amo-te Portugal" ou se vem assinada pelos jogadores da selecção, não me parece que isso denegrida a sua imagem, que desprestigie a nação ou a nossa soberania.
O que temos é muito mau hábito de generalizar, banalizar e dos excessos.
A questão para mim passa por outro lado. É ou não verdade que os portugueses (aqui e lá fora) assumiram muito mais o seu símbolo nacional, criando com ele um melhor relacionamento e empatia?!
É ou não verdade que face a esta onda (no caso concreto relacionada com o futebol, mas poderia muito bem ser por outra razão nacional), uma grande maioria de casas e portugueses tem guardada uma bandeira pronta a usar numa qualquer causa nacional?!
Esta é para mim a melhor razão.
Em 30 anos de democracia, digam-me, antes do Euro 2004, em quê e onde é que os portugueses assumiram um patriotismo tão forte e uma ligação à bandeira e ao hino tão emotiva?!
Quantas crianças de muita tenra idade (e dou o exemplo da minha filhota) cantaram o hino nacional, antes de 2004?!
E isto não me parece vulgarização, mas sim compromisso nacional.
Pena é que esta reacção relacionada cm a publicidade na bandeira, não tenha sido levada a cabo, com a venda no comércio chinês, de tantas bandeiras adulteradas nos castelos, nas quinas, etc.
Cumprimentos patrióticos

18 junho 2006

40 ano depois de...

Corria o ano do meu nascimento.
Aliás, tinha muitos poucos mesitos de pujança.
Agora, com esta relação de amor-ódio pelo seleccionador, Portugal JÁ LÁ ESTÁ.
Venha quem vier... até aos quartos de final (1º objectivo traçado).
VIVA PORTUGAL

14 junho 2006

O Mundo Gira ao contrário.

Correndo o risco de estar desenquadrado com o tempo por culpa do Bloqueio, não posso de deixar de comentar a jornada de ontem do Mundial 2006.
O Brasil é nos balcãs... e a selecção brasileira mudou de equipamento.
Croácia espectacular.
Melhor equipa, atá à data (jornadas inaugurais): República Checa. Candidata a par com Portugal.

12 junho 2006

Reconhecimento

Não morro de amores por Luis Filipe Scolari.
Não por ser brasileiro, ou melhor, por não ser português (nada tenho de xenófobo ou de racista, antes pelo contrário!).
Era me indiferente se à frente da selecção nacional estivesse alguém com capacidade técnica e conhecimentos suficientes para fazer um trabalho digno.
É óbvio que reconheço em Scolari muitas destas condições: foi campeão do mundo e reconheço-lhe condições de liderança.
Mas pronto... não gosto dele como treinador.
No entanto, nós portugas também temos a mania das complicações, das contradições e das birras nacionalistas.
Há 2 anos, aquando do arranque da nossa prestação no Euro 2004, a selecção era um grupinho de "anjinhos" liderado por um "anjo papudo". No final eramos os maiores e faltou-nos apenas sorte (para além do erro do ricardo).
Ontem, com alguma falta de fé e descrédito, ansisamente esperámos pela Angola. Vencemos. Entrámos com o pé direito. Somos os maiores. Até o Figo já parece um rapazito de vinte e poucos anos.
Até ao dia em que... passaremos inevitavelmente de bestiais a bestas.
Mas há, ao longo deste tempo de trabalho de Scolari na selecção, um facto que tem passado despercebido à maioria dos portugueses.
Foi preciso vir alguém de fora (no caso do Brasil) para, ao fim de 32 anos de pós-revolução, os portugueses deixarem para trás das costas "mitos" absurdos e chauvinistas e olharem para um dos símbolos mais importantes desta república, com outro significado e afeição: A BANDEIRA DE PORTUGAL.

Feriados

Ainda há pouco tempo se abordava na blogoesfera aveirense a questão dos feriados e das suas comemorações.
Este ano, nem dei pelo famoso 10 de Junho.
Aliás, só dou por ele quando se junta ao fim-de-semana ou dá para uma pontezita (que, por acaso, até nem tenho por hábito fazer - acreditem).
Reza a denominação: 10 de Junho - Camões, Dia de Portugal e das Comunidades!
Ora Camões é passado, mesmo que histórico e já poucos se "deliciam" com tais armas e barões assinalados. E a ocidental praia continua desconhecida.
Portugal passado é, para muitos, história e o futuro, para quase todos, uma imagem muito cinzenta! Ou seja, comemorar o quê?!
As comunidades são ainda o estigma de um passado colonialista e uma realidade cultural e social muito pouco defendida e preservada. Basta ver o impacto (ou a falta dele) da entidade PALOP, da sempre controversa relação de irmandade com o Brasil, já para não falar do longínquo Macau, Goa e Timor.
Aliás, 10 de Junho foi ontem... no dia 11. Na Alemanha.
Aqui foi o verdadeiro dia de Portugal e das Comunidades.

09 junho 2006

Dia D

De Deutshland...
Finalmente chegou o dia, para muitos, esperado com alguma ansiedade.
Goste-se ou não, o futebol e concretamente o Mundial é um acontecimento que move sentimentos, paixões e nacionalismos.
Não consigo é perceber o cepticismo de muitos.
Qual é o problema de, durante uns breves momentos (cerca de um mês) deixarmos para trás das costas, todo o cizentismo, a frustração, o mau-humor, a descrença no desenvolvimento do país, nas suas estruturas governativas, na saúde, na educação, na justiça?!
Porque é que com tanta infelicidade vivida ao longo do resto do ano, não podemos sonhar, estarmos aleanados, eufóricos, unidos, nem que seja por breves momentos?!
Porque raio haveremos sempre de ser um "país do contra", de desanimados, sem objectivos e motivações?!
Há um Mundial de Futebol e Portugal está lá!
Mesmo sem se gostar de "bola", sejamos portugueses!
PELA SELECÇÃO NACIONAL.

29 maio 2006

Na Bola não há impossíveis...

No jogo da "bola", é uma das metáforas ou afirmações dogmáticas mais correntes.
Isto para explicar que um jogo (seja ele qual for) estará sempre dependente de inúmeras circunstâncias, muitas vezes inexplicáveis de forma racional.
E assim está a ser este Euro Sub 21.
Longe da atracção e nível desportivo dos Euros "A" e dos Mundiais, curiosa é, no entanto, a resposta do número de espectadores nos estádios. Por exemplo em Aveiro, onde qualquer um dos jogos teve, pelo menos, o dobro de qualquer jogo do Beira Mar na Liga (excluindo os 3 grandes), há dois anos atrás.
Curiosidades também as há ao nível competitivo.
Portugal afigurava-se como um dos candidatos. País anfitrião, nenhuma derrota na fase de apuramento, jogadores afirmados nos seus clubes (Moutinho, Quaresma, Meireles, Hugo Almeida, Manuel Fernandes, Bruno Vale, Varela, etc.). Acabou por decepcionar. E nem a vitória (necessária) no último jogo frente à Alemanha, consegui disfarçar uma prova cheia de peripécias e caricaturas, bem à moda do "mal dizer" português.
A Alemanha, com um pé nas meias finais, acabou por sucumbir na praia (com "tiro" luso) a escassos minutos da felicidade.
A Itália, campeã europeia em título. Uma das equipas favoritas e apontada como finalista. Em terras de Alavarium, decepcionou pela falta de ambição, mesmo que disfarçada pelo empate a três golos com a Dinamarca, no primeiro jogo.
Surpresas...
A Sérvia-Montenegro que benificia da ajuda lusa para passar às meias-finais, embora se lhe reconheça alguma sorte no desfecho dos resultados.
A Ucrânia que terminou o Grupo A em primeiro lugar, desfazendo as aspirações italianas e junta-se a uma Holanda que poderá criar surpresa no Norte.
Nomal...
A França. A melhor selecção nesta primeira fase e que melhor apetrechada está, quer do ponto de vista individual como pelo futebol praticado.
O Melhor...
O Público português... Para receber não há melhor.